PRÁTICAS PEDAGÓGICAS EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL

UMA ABORDAGEM INTERDISCIPLINAR DIANTE DA

TECNOLOGIA HIDROPÔNICA

 

 

ANTÔNIO NETO FERREIRA SANTOS

GRADUANDO EM PEDAGOGIA / UFU

PROFESSOR DE TÉCNICAS AGRÍCOLAS / PMU

 

 

Esta pesquisa está dentro de um tema abrangente que envolve a interação entre Ciência, Educação e Tecnologia que busca refletir sobre tecnologias e seu uso na Educação. Nesse sentido, a pesquisa está procurando estudar a tecnologia hidropônica na perspectiva de incorporação na prática pedagógica do ensino-aprendizagem de Educação Ambiental.

Para caracterizar a pesquisa que será descrita, faz-se necessário um referencial teórico, cujas palavras chaves são: Tecnologia, Meio Ambiente, Questão Ambiental, Educação Ambiental, Tecnologia Hidropônica, Interdisciplinaridade e Conscientização.

A tecnologia caracteriza-se, segundo GRINSPUN (1999), como um conjunto de conhecimentos, informações e habilidades que provém de uma inovação ou invenção científica, que operacionaliza através de diferentes métodos e técnicas e que é utilizado na produção de bens e serviços. Ciências e tecnologia estão sempre juntas. A ciência está comprometida com os princípios, as leis e as teorias, enquanto a tecnologia representa a transformação deste conhecimento científico em técnica que, por sua vez, poderá gerar novos conhecimentos científicos.

Nas sociedades contemporâneas a tecnologia está intensamente presente. Porque hoje é possível desenvolver atividades, que era praticamente impossível de se fazer a algumas décadas atrás — usar uma agricultura de precisão para produzir, embalar e conservar produtos de consumo de origem animal e vegetal; fazer exames clínicos sofisticados; obter via Internet informações das mais variadas partes do mundo. Nesse sentido, a sociedade brasileira usufruir, seja ela mesma produzindo ou importando de outras sociedades, da tecnologia nos diversos setores de produção: primário, secundário e terciário.

As demandas atuais, então, exigem que a escola ofereça aos alunos sólida formação cognitiva e competência técnica, possibilitando desenvolver conhecimento, habilidades e atitudes que permitam observar, compreender, utilizar e fundamentalmente analisar, ainda que de maneira incipiente, o acelerado desenvolvimento dessa sociedade tecnológica. Porque, de acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) – Temas transversais: Meio Ambiente (MEC – 1998), os rápidos desenvolvimentos tecnológicos propiciaram grandes produções de bens de consumo com conseqüências ambientais desastrosas que se ampliam na mesma proporção, dentre elas destacam-se a exploração dos recursos naturais de forma demasiadamente intensa com ênfase no meio rural: esgotamento do solo, extinção de muitas espécies da fauna e da flora devido ao emprego de técnicas e tecnologias inadequadas; no meio urbano: mananciais de água contaminadas por dejetos domésticos e industriais devido a grande ocupação desordenada de área urbana. Todos esses problemas sociais afligem direta ou indiretamente qualquer pessoa. Nesse sentido, é muito importante discutir essa situação procurando caracterizar o contexto histórico, cultural e social e, ainda, levantar hipóteses para formular propostas que possam diminuir um pouco desta problemática, mesmo que seja apenas, no ambiente escolar. Por isso, é fundamental que a escola integre a cultura tecnológica extra-escolar dos alunos e professores ao seu cotidiano, pois essa tecnologia pode ser usada para analisar como evitar o desperdício de recursos naturais, seu uso adequado, bem como alternativas para minimizar o esgotamento desses recursos no meio ambiente.

REIGOTA (1997), traz uma discussão contemporânea das diversas definições utilizadas por especialistas das diferentes áreas da ciência. E formula uma definição para o conceito de meio ambiente. Desse conceito subtrai-se outro, que é de questão ambiental um problema ambiental. Partindo dessa definição pode-se entender o meio ambiente como sendo tudo aquilo criado pelo próprio homem ao construir sua existência através dos meios de produção, dialeticamente, com o meio natural que o circunda. Este pressuposto sobre o meio ambiente é importante para nortear um trabalho pedagógico de Educação Ambiental, na escola de ensino fundamental. Porque é preciso construir uma nova visão, adotar novas posturas pessoais e coletiva do homem como o seu meio natural.

Um programa de Educação Ambiental, segundo DIAS (1998), deve promover o desenvolvimento de conhecimento, de atitude e de habilidades necessárias à preservação e melhoria da qualidade ambiental, pois a função do trabalho didático envolvendo o tema meio ambiente é contribuir para formação cognitiva e social do aluno. De modo que ele seja capaz de atuar na realidade sócio-ambiental comprometido com a sociedade local e global. Nesse sentido, este trabalho, segundo os princípios e diretrizes proposto por DIAS possibilita compreender melhor esta sociedade tecnológica.

Na Escola Municipal Prof. Domingos Pimentel de Ulhôa, foi inaugurado em 17 de setembro de 1999, o Viveiro e Horta Hidropônica Prof. Antônio Neto. Esse faz parte do projeto de Educação Ambiental criado em agosto de 1995 com a implantação do curso de Técnicas Agrícolas. Ele tem a finalidade de contribuir para o avanço do Programa Interdisciplinar na área de Educação Ambiental e colocar à disposição do aluno as técnicas hidropônicas que permitem cultivo de vegetais sem o uso do solo para estimular o estudante a ir além dos ensinamentos de sala de aula.

Em consonância com estas idéias, as técnicas hidropônicas podem possibilitar a criação de ambientes de aprendizagem em que os alunos possam verificar a ação do homem sobre o meio natural através de pesquisa que permite levantar hipóteses sobre água, sais minerais, solução nutritiva, germinação, desenvolvimento de vegetais, fonte de vitaminas e sais minerais para o organismo humano, e ainda formular novos conceitos, pois na tecnologia hidropônica não se usa solo, e também tem alta produtividade com um tempo rápido se comparado com o cultivo de vegetais no solo. Isto tudo em uma área pequena e delimitada. Nesse sentido, a hidroponia permite a ocupação mais racional e equilibrada do meio físico. Então, as instalações hidropônicas podem ser construídas dentro das cidades em pequenos espaços para consumo próprio, comercial ou como alternativa de laboratório pedagógico.

Algumas limitações podem impedir que a tecnologia hidropônica chegue mais rápida às escolas uberlandenses, pois alguns fatores contribuem para isso, entre os quais destacam-se insuficiência de recursos financeiros para instalação de estruturas hidropônicas; pouco conhecimento e domínio, por parte dos professores, para utilizar os recursos tecnológicos na criação de ambientes de aprendizagem significativa. Nesse sentido, na grande maioria das escolas de Uberlândia, as técnicas hidropônicas ainda constituem-se como “novidades” apresentadas principalmente nas feiras de ciências ou feira de conhecimentos, embora socialmente os produtos hidropônicos são consumidos por uma parcela significativa de cidadãos.

Este trabalho é uma tentativa de elaborar algumas atividades pedagógicas que proporcionem condições de se utilizar a tecnologia hidropônica no estudo da Educação Ambiental.

Conhecer e saber usar estas novas tecnologias implica a aprendizagem de novos conceitos e novas habilidades relacionadas à produção de plantas sem o uso do solo. Estes conceitos podem e devem ser usados para contextualizar e aplicar os conhecimentos adquiridos nas disciplinas de Ciências e Técnicas Agrícolas através de uma abordagem interdisciplinar para o estudo do meio ambiente. Para JAPIASSU (1976) o trabalho interdisciplinar é a busca de interação entre duas ou mais disciplinas, de seus conceitos, diretrizes, de sua metodologia, de sua epistemologia, de seus procedimentos, de seus dados, bem como da organização da pesquisa e do ensino que ela decorre em torno de um objeto de estudo comum. Na proposta de ensino-aprendizagem que será analisado, nesta pesquisa, foi evidenciado que conteúdos comuns a ambas disciplinas apareceram no curso de Educação Ambiental, para melhor entendimento do ambiente escolar, entre eles destacaram-se: água, ar, microorganismo presentes na água, sais minerais, solo, plantas, animais: protozoários e insetos.

Quando o educador constrói prática de ensino mais eficiente, em sintonia com a realidade, estará contribuindo para conscientização do educando, permitindo-o perceber, avaliar e refletir sobre essa sociedade, e principalmente sobre suas ações de transformar o ambiente em que convivem. FREIRE (1981) ao definir “Pedagogia Libertadora” levanta questões importantes no papel de conscientização do educando. Dessa maneira, o professor contribuirá para que o aluno tenha consciências dos seus atos positivos e negativos em relação ao equilíbrio ambiental. E, ainda formar indivíduos capazes de fazer conecções do aprendizado em salas de aulas com o que ocorre a sua volta concomitante principalmente dentro do meio ambiente escolar.

Esta pesquisa tem uma relevância particular, pois se busca trabalhar a Educação Ambiental partindo do meio ambiente escolar através do uso de uma tecnologia hidropônica, presente no contexto real do aluno, numa abordagem interdisciplinar.

Nela procura-se apresentar para os alunos situações didáticas que instigam a questionamentos interessantes, dúvidas que mobilizem o processo de indagações acerca de como as técnicas hidropônicas podem contribuir para reflexão sobre preservação do meio ambiente principalmente no que diz respeito à degradação do solo, poluição das águas, contaminação por agrotóxico e higiene de hortaliças. De modo que, essas representações, em diferentes linguagens, informal e científicas possam ser registradas através de desenhos, maquetes para elaboração de textos orais e escritos. Dessa maneira, inicia-se, assim, o entendimento da formação dinâmica do meio ambiente humano.

Ela também sra de fundamental importância para levantar questões analíticas que poderão se constituir numa perspectiva nova e particular buscando acrescentar algo de novo ao que já se conhece sobre o tema. Em decorrência disso, os resultados dessa pesquisa poderão ser utilizados para formulação de novas propostas pedagógicas na área de Educação Ambiental.

O assunto em questão deve interessar, ainda, aos órgãos governamentais e instituições privadas envolvidas com a questão ambiental, de modo geral. Particularmente à aqueles que estudam o solo e a planta e se preocupam com a ação do homem em modificar o meio ambiente. E principalmente, a comunidade escolar que irá poder contar com atitudes, de aluno, mais adequadas, para a melhoria da qualidade no ambiente em que se encontram.

Em sintonia com essa visão de Educação Ambiental, neste trabalho procura-se verificar se a tecnologia hidropônica pode contribuir para a formação do aluno de ensino fundamental, oferecendo subsídios técnico e didático-pedagógico adequados às novas necessidades da vida moderna, no que tange à produção de hortaliças de alta qualidade: higiênica, sem agrotóxico e principalmente sem agredir os elementos naturais e sociais que compõem o meio ambiente urbano.

O problema que se apresenta nesta pesquisa foi delineado de acordo com os pressupostos teórico-metodológicos apresentados nas propostas de ensino-aprendizagem de Educação Ambiental, numa abordagem interdisciplinar, de Ciências e Técnicas Agrícolas, que foi desenvolvida com turmas de 6ª séries, primeiro bimestre de 2000, na Escola Municipal Prof. Domingos Pimentel de Ulhôa – Uberlândia-MG. Esta proposta teve como preocupação dos subsídios pedagógicos ao aluno de modo que possa ajudá-lo a elaborar um conhecimento global sobre a realidade. Então, foi lhe dado condições para entender o papel do homem e os resultados de sua ação no meio em que vive, em especial no ambiente escolar. Em consonância com estas idéias e principalmente com situações concretas e significativas na vivência desses estudantes, e que este projeto irá procurar delinear a seguinte questão problematizada.

Como a Tecnologia Hidropônica, numa abordagem interdisciplinar, pode contribuir para o processo ensino-aprendizagem de Educação Ambiental?

Então, seguindo as características desta pesquisa ela pode ser enquadrada nas classificações de pesquisa apresentada por GIL (1991), dessa maneira ela se caracteriza como:

Uma pesquisa descritiva, devido ao estudo, ainda, de caráter exploratório, que se propõe a responder o problema formulado por meio de observação, registro e descrição das características de uma proposta de Educação Ambiental, que poderá ser utilizada posteriormente, numa pesquisa reflexiva e explicativa.

Esta parte está estruturada em quatro itens abordando os procedimentos metodológicos de como delinear um estudo de caso proposto por GIL: delimitação da unidade-caso, coleta de dados, análise e interpretação dos dados e relação do relatório.

a)       Um estudo de caso, ao delinear apenas uma unidade para observação e discrição do procedimento utilizado numa proposta de ensino de Educação Ambiental, no primeiro bimestre de 2000, na Escola Municipal Professor Domingos Pimentel de Ulhôa.

No sentido de caracterizar a unidade-caso apresenta-se um breve Histórico da Escola: em 10 de fevereiro de 1993, esta unidade de ensino, ainda em fase de acabamento, sob o nome de Escola Municipal de Alfabetização do Bairro Santa Mônica, abriu suas portas para a comunidade, iniciando as inscrições para as turmas de 1ª a 4ª séries.

Em 22 de março de 1993, o prédio foi entregue pela construtora e mesmo sem o mobiliário completo, deu início às aulas. De fevereiro de 1993 a julho de 1997, a escola foi administrada por Maria Elita Barcelos.

Somente em 05 de agosto de 1993, aconteceu sua inauguração oficial, e a escola recebeu o nome de Escola Municipal Prof. Domingos Pimentel de Ulhôa, e partir daí foram tomadas as providências legais pela inspetora Maria Rita, para efetivar sua autorização junto à 40ª Superintendência Regional de Ensino.

Assim, no período de 1993, toda documentação de aluno foi confeccionado nesta escola, mas assinado pela Escola Municipal Prof. Eurico Silva, somente em 1994 este expediente passou a ser efetuado pelas secretárias desta escola.

Durante o ano de 1993, foram criados vários projetos pedagógicos, elaborados pela direção e equipe, que passaram a ser intercalados com o planejamento anual fornecido pela Secretária Municipal de Educação.

A partir de 1994, iniciou-se a extensão gradativa de séries (5ª a 8ª série).

Em agosto de 1995, foi criado o projeto de Educação Ambiental com implantação do Curso de Técnicas Agrícolas. Nesse mesmo período iniciou-se a construção de uma Horta Hidropônica, com estrutura de madeira. Ela serviu para dar subsídios técnico-didático ao curso de Hidropônia – cultivo de hortaliças sem o uso do solo; fornecer hortaliças para o complemento da merenda escolar; e iniciar ao estudo sobre a utilização das técnicas hidropônicas, no ensino de Educação Ambiental por meio de uma abordagem interdisciplinar entre Ciências, Geografia, História, Português e Técnicas Agrícolas. Este estudo culminou na elaboração de um trabalho intitulado: Metodologia de Educação Ambiental – Uma visão interdisciplinar através da relação solo-planta-homem.

Em abril de 1996, foi registrado junto ao Cartório de Registros de pessoas Jurídicas o Caixa Escolar desta Unidade de Ensino, que foi denominado Caixa Escolar Professor Domingos Pimentel de Ulhôa.

E a lei municipal nº 6859 de 24 de dezembro de 1996 autoriza o funcionamento Caixa Escolar Professor Domingos Pimentel de Ulhôa. O objetivo desta, era para que a mesma obtivesse Recursos Próprios obtidos de contribuições espontâneas dos alunos, comunidade, Verbas do Fundo Nacional de Desenvolvimento do Ensino e Verbas de Fundo Municipal, deixando assim de ser totalmente dependente da Secretaria Municipal de Educação.

Em julho de 1997, aconteceu troca de administrador escolar, passando a ser administrada por Adonai de Cássia Naves Rocha Oliveira, e a parte pedagógica, já definida na direção anterior não foi alterada, mais a atual diretora participou ativamente do estudo da nova Lei de Diretrizes e Bases, estabelecida pela Lei 1993/94/96.

Na área de projetos foi intensificado o projeto de dança na escola com varias apresentações em eventos dentro e fora da unidade escolar.

Na área de projeto didático-pedagógico foi intensificado o projeto de dança na escola com várias apresentações em eventos dentro e fora da unidade escolar, criou-se também os seguintes projetos: Cidadão Jovem Construindo Valores, Gincanas Culturais, Coleta Seletiva de Lixo, Feira do Conhecimento, Jardinagem, Feira Literária, entre outros.

Em 17 de setembro de 1999 foi inaugurados o Viveiro e Horta Hidropônica Prof. Antônio Neto Ferreira dos Santos. Este viveiro e horta possui área de 316 m2, com estrutura em metalon, alvenaria, instalações iluminadas e processo hidráulico automático. Ele foi criado para substituir às casas de vegetação implantadas na escola em agosto de 1995. Além de continuar servindo como laboratório pedagógico na área de Educação Ambiental e produzindo hortaliças, cultiva também mudas de plantas medicinais, ornamentais e frutíferas.

Hoje a Escola Municipal Prof. Domingos Pimentel de Ulhôa, situada a Rua Antônio Resende Chaves, 1540, Tel.: (34) 3216-2617, Parecer nº 921/94, Portaria nº 062/96, conta com 1722 alunos (no ensino fundamental), nos turnos: matutino e vespertino, com 20 salas de aula em cada turno e mais 11 salas vinculadas a esta escola, sendo 06 salas de 1ª na Av. Ana Godoy de Souza, 586 e 05 salas na E. E. Cristóvão Colombo, abrangendo os bairros Santa Mônica, Tibery e Segismundo Pereira.

b)      Coleta de Dados

Utilizou-se como instrumentos na coleta de dados da pesquisa a seguinte fonte documental: programa curricular, diários de classe e relatório, e também, leis e ofícios que tratam do Meio Ambiente, Educação Ambiental e Educação Tecnológica. Os dados também serão coletados junto a todos os envolvidos na proposta de ensino-aprendizagem na Educação Ambiental. Nesse sentido, será utilizado todo o espaço escolar para observação, principalmente, o pátio escolar externo composto por jardins e casa de vegetação; na parte interna o laboratório e a biblioteca. Também, será realizadas reuniões periodicamente na escola com a direção, especialistas e os professores envolvidos diretamente na proposta de ensino.

c)       Análise e Interpretação dos Dados

Logo após o item (b) está estabelecendo-se significados aos dados coletados. De modo que eles possam caracterizar em aprendizagens significativas para o ensino-aprendizagem de Educação Ambiental. Esta etapa será de fundamental importância para levantar questões analíticas que poderão a se constituir numa perspectiva nova e particular, buscando acrescentar algo de novo ao que já se conhece sobre o tema.

d)      Redação do Relatório

Os fatos da análise e interpretação dos dados estão sendo descritos pelo pesquisador na condição de participante observador.

 

Plano Provisório da Pesquisa-Esquema de Divisão de Capítulos

 

-         Introdução

1.      Tecnologia, Meio Ambiente e a Questão Ambiental

1.1    Interdependência entre Solo-Planta-Homem

1.2    Tecnologia Hidropônica: Cultivo de Plantas sem o Uso do Solo

2.      Educação Ambiental: um Enfoque Interdisciplinar

3.      Uma Experiência de Educação Ambiental vivida na Escola Municipal Prof. Domingos Pimentel de Ulhôa

-         Considerações Finais

-         Referências Bibliográficas

 

Referências Bibliográficas

 

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