EDUCAÇÃO E DIVERSIDADE CULTURAL

Lúcia Helena da Silva Joviano·

Resumo:

            O presente estudo, tem como finalidade analisar o papel da educação frente aos desafios postos pela  atual crise dos paradigmas. Assim, busca-se no contexto de uma sociedade global enfocar a necessidade de empenhar-se na construção de um projeto educacional que respeite e valorize a alteridade 

 

 

INTRODUÇÃO:

 

Atualmente cabe à escola e ao ensino um papel decisivo, pois estamos vivendo a passagem para um novo século, com velhos e  novos desafios a serem vencidos pelos homens. Alguns estudiosos, após a queda do  Muro de Berlim e o fim da União Soviética, dizem que chegou ao fim a era das ideologias, outros dizem que vivemos a era das incertezas. Assim cresce uma visão de mundo cada vez mais complexa e instável ( ARBEX, e TOGNOLI, 1998, p.17-18).

                        Em meio a crises econômicas, desemprego, conflitos étnicos e raciais, disputas por fronteiras, cada vez mais assistimos ao desinteresse pelas lutas políticas, como se estas não tivessem mais validade e  cada vez torna-se mais comum lutas por questões individuais.

                        Assim, o mundo dito moderno, civilizado, não conseguiu resolver seus conflitos. Ao contrário, o que verificamos são seus acirramentos. No início da década de noventa, Huntington (1993) nos chamava a atenção para o que ele dizia ser o choque do futuro: os conflitos entre as civilizações, ou seja, o choque entre culturas. Nesse contexto, o de um  mundo globalizado, onde haveria  a crença de um intercâmbio  entre as culturas, ou  de uma uniformização do mundo, o que verificamos são movimentos de afirmação de  valores culturais e de fortalecimento de grupos minoritários, mas baseando suas lutas em uma afirmação intolerante e excludente, em que para um existir o outro precisa ser eliminado.

                        Nesse sentido, uma educação que tenha como princípio a pluralidade cultural torna-se urgente. Assim, o presente estudo tem como objetivo analisar questões pertinentes ao papel da educação e aos desafios a serem por ela enfrentados, no contexto do esgotamentos dos seus atuais pressupostos e da busca de uma alternativa mais condizente com os dilemas contemporâneos.               

Estando a educação inserida nas relações sócio-culturais, não pode omitir a responsabilidade de atuar no sentido de pensar, compreender e empenhar-se no intuito de buscar um ensino voltado para práticas democráticas de respeito e tolerância às diferenças, cada vez mais postas à mostra no contexto da sociedade global, na qual a grande marca é a diversidade.

                        Para tanto, torna-se necessário à educação um compromisso com as diversas culturas que nos formaram e que nos formam, no sentido de tratá-las em pé de igualdade, fugindo de preconceitos e ideologias que até então consideravam algumas delas como inferiores e outras superiores. Dessa forma, o presente estudo utiliza como conceito de cultura “(...) tudo aquilo que resulta do cultivo que o ser humano faz das condições de vida que a natureza lhe oferece ou a partir dessas condições”(LARA, 1998, p. 29).

 

1-   GLOBALIZAÇÃO, MODERNIDADE, PÓS-MODERNIDADE:

 

                        Segundo Ianni (1995), as transformações ocorridas  nas últimas décadas do século XX, dizem respeito ao processo de revolução técnica promovido pela informática e permitiram a  possibilidade de circulação não só de mercadorias, mas também de informação e comunicação por todo o planeta, articulando culturas e civilizações. Essas mudanças, empreendidas pela técnica, no caso pela eletrônica, compreende o processo de globalização. Aqui, entendida segundo Giddens apud Ianni (1995) como:

 

(...) a intensificação das relações sociais em escala mundial, que ligam localidades distantes de tal maneira que acontecimentos locais são modelados por eventos ocorrendo a muitas milhas de distância e vice-versa. Este é um processo dialético porque tais acontecimentos locais podem se deslocar numa direção anversa às relações muito distanciadas que os modelaram.( IANNI, 1995, p.195)

 

                        Nesse contexto, categorias até então utilizadas pelas Ciências Sociais, como sociedade nacional, não mais dão conta das explicações concernentes ao mundo atual, fazendo assim surgir a idéia de uma sociedade global. Sociedade essa marcada pela complexidade e antagonismos, sendo ao mesmo tempo integradora e fragmentária, envolvida em tensões entre localismos e cosmopolitismo, determinada por todos os tipos de desigualdades (IANNI, 1995, p. 202).

                        Assim, são inúmeras as problemáticas a serem levantadas no contexto da globalização. Uma delas reside no fato da desigualdade de condições econômicas entre as nações conduzir também a uma hegemonia cultural. Uma das perspectivas desse fenômeno foi analisada por George Ritzer apud Featherstone (1996) que alertou para o processo que ele chama de macdonaldização do mundo, ou seja o predomínio dos princípios dos restaurantes de fast food  dos E.U.A e no resto do planeta.                     

Segundo Ritzer, esse processo não é só de racionalização econômica, mas também a disseminação de um estilo de vida: o americano. Assim, corre-se o risco de uma homogeneização da cultura, onde a língua universal é o inglês.

                        Porém, Featherstone nos chama a atenção que, apesar da inegável hegemonia econômica norte-americana,  não se pode mais explicar os processos globais a partir de um só centro que domine as periferias. Ao contrário, há muitos centros competitivos  que vem, impondo mudanças ao equilíbrio mundial  (FEATHERSTONE,1996, p. 112).

                        Dessa forma, centros concorrentes como o Leste Asiático e o Japão trazem cada vez mais à luz o contraponto ao ocidente. Assim, caminha-se para a multipolaridade, tornando evidente o esgotamento do ideal civilizatório do ocidente calcado nos padrões de superioridade branca e cristã.

                        A partir disso,  verificamos  que a globalização vem colocar à mostra as diversidades existentes e a impossibilidade de uma imposição de um projeto, uma vez que os vários atores envolvidos nas tramas da sociedade global exigem que suas vozes sejam ouvidas.

                        Nesse contexto, o paradigma moderno vem cada vez mais sendo discutido, pela imagem de “cultura como algo integrado, unificado,estabelecido e estático(...)” (FEATHERSTONE, 1996, p.115).

                        De acordo com Pourtois e Desmet (1999), a modernidade pode ser caracterizada por dois fatores principais: a racionalização e a produção inaudita de saberes. Foi o movimento Iluminista, ao lutar contra todos os princípios da sociedade que pretendia ultrapassar, no caso a feudal, centrada em valores tais como a tradição e a explicações religiosas da realidade, que trouxe como princípio único a razão e a ciência, organizando tanto a vida pessoal como coletiva. Assim confere Touraine:

 

A concepção clássica de modernidade é antes de tudo a construção de uma imagem racionalista do mundo que integra o homem na natureza, o microcosmo no macrocosmo, e que rejeita todas as formas de dualismo do corpo e da alma, do mundo humano e da transcendência. (...) separa o indivíduo e o sagrado em benefício de um sistema social autoproduzido, autocontrolado e regulado. Instala-se assim uma concepção que afasta cada vez mais ativamente a idéia de Sujeito.(TOURAINE, 1994, p.37)

           

                        O homem torna-se submisso à racionalidade instrumental, fincada em princípios como a objetividade, a neutralidade onde o “observador deve abster-se completamente de sua subjetividade”( POURTOIS e DESMET, 1999, p. 24).

                        O crescimento inevitável da produção científica trouxe consigo uma ampliação dos saberes nas várias áreas do conhecimento, que a partir do desenvolvimento dos meios de comunicação espalharam-se, mundializaram-se e até mesmo banalizaram a cultura. Porém, esse saber  produzido é fragmentado, parcelado e às vezes até mesmo excludente, pois cada área parece caminhar num sentido, tornando  dessa forma a sociedade também fragmentada(POURTOIS e DESMET, 1999, p. 26).

                        Hoje, apesar de profundas divergências, constatamos o esgotamento desse modelo, que colocava-se como único e com pretensões universalizantes. Era a imposição de valores e princípios ocidentais como verdades absolutas e irrefutáveis,  pois eram considerados fruto da razão objetiva.

                        Assim, segundo Featherstone (1996), com o desequilíbrio de poder provocado pela ascensão de outros centros, localizados fora do ocidente, fica evidenciada a crise desse modelo. 

                        De acordo com o exposto acima, verificamos cada dia mais a afirmação de concepções pós- modernas na tentativa de dar conta das profundas transformações ocorridas no âmbito da cultura. Porém, o que deve ser evidenciado é que não há uma concordância entre os vários autores a respeito do tema. Para alguns,  a crise da modernidade nos faz entrar na pós-modernidade, para outros  deve haver uma reconstrução da modernidade, ou uma nova modernidade (POURTOIS e DESMET, 1999, p. 21).

                        Para Pourtois e Desmet (1999), a pós-modernidade caracteriza-se por dois grandes eixos: o primeiro, a questão da Racionalização/Subjetivação e  o segundo, a questão da  Interação.

                        De acordo com os autores supra citados, a pós-modernidade caracteriza-se pela emergência do sujeito não mais como prisioneiro de leis objetivas e impessoais, mais como ator e autor, que faz dialogar objetividade e subjetividade. Um ator que não separa sua vida pessoal de seus papéis sociais, que se insere no contexto vivido para transformá-lo. Esse sujeito não mais encontra-se cindido entre razão e sensibilidade ( POURTOIS e DESMET, 1999, p. 28-29).

                        Uma outra questão importante reside na busca da interação perdida pelo projeto moderno. Nele, os saberes, a sociedade e outras instâncias encontravam-se fragmentadas. Nesse sentido, a “pós-modernidade tende a procurar  as semelhanças, a tornar as aparências mais complexas a fim de destacar melhor as aproximações “( POURTOIS e DESMET, 1999, p. 30). Assim, busca-se  integrar e não mais escolher entre coisas que excluem-se mutuamente, afasta-se a noção de algo definido e definitivo, passa-se para a incerteza, para o aberto e, por isso, complexo. Feathrstone nos esclarece no que diz respeito a cultura:

 

Pós- modernismo e pós-colonialismo são expressões que retratam o problema da complexidade cultural e da crescente projeção da cultura na vida social por meio do crescimento da produção, da mescla do sincretismo de culturas antigamente mantidas isoladas e firmemente atreladas às relações sociais ( FEATHRSTONE, 1996, P. 121).

 

                        Nesse contexto cabe à educação alertar-se para as mudanças que se processam tanto no nível acadêmico quanto no nível social, procurando adaptar-se da melhor forma aos novos desafios impostos pelas correntes transformações.

 

2- A EDUCAÇÃO NO CONTEXTO DA  MULTICULTURALIDADE:

 

                        Além das já citadas transformações ocorridas no novo espaço, caracterizado como global, no qual abre-se  possibilidades de múltiplos encontros e confrontos culturais, a realidade brasileira sempre foi portadora da diversidade. Nossa formação sócio-cultural deu-se pelo encontro/confronto/ dominação de três etnias: a branca, a negra e a indígena.

                        Hoje, a marca dessa da diversidade está entre nós, convivendo em um mesmo território: 210 etnias indígenas, vários descendentes de povos africanos, europeus de diversas nacionalidades, além de povos árabes, judeus, ciganos e orientais. Dessa forma, estão em contato  diversas tradições culturais e religiosas ( PCN, 1998, p. 125).

       Porém,  essa diversidade não foi levada em consideração, ou não como merecia. Ao tornar-se independente de Portugal e constituir-se como nação, o Brasil adotou como modelo de civilização o europeu. Assim, o papel prioritário na nossa formação histórica foi do português colonizador, depois do imigrante europeu. Indígenas e africanos foram vistos apenas como colaboradores desse processo.

Esse discurso histórico oficial, que perpassa os currículos escolares e a mentalidade do povo brasileiro, pretendeu criar a idéia de colaboração harmoniosa e ausência de conflitos  na sociedade brasileira ( NADAI, 1993, p.149).

Assim, a realidade brasileira foi interpretada em uma perspectiva cultural homogênea, criando o mito da nossa democracia racial, onde o europeu, o indígena e o africano conviveram e construíram nossa cultura. Procurou-se esconder as tensões resultantes de um processo de confronto e dominação.

Então, a partir dessa perspectiva, que configurou-se a educação brasileira, embasada nos valores universais dados pela modernidade européia, na qual a escola tinha como papel divulgar e inculcar valores unificadores, monoculturais, embasados por verdades científicas tão dogmáticas, quanto às produzidas pela fé, que tanto combateu.

            Contudo, as alterações ocorridas nas últimas décadas do século XX, em nível mundial e até mesmos conquistas políticas em nível interno, levam-nos a repensar nossa educação. A quebra da crença cega aos paradigmas da modernidade apontam um caminho para mudanças. Além disso, a  luta e resistência de diferentes grupos étnicos trouxe uma série de direitos e garantias constitucionais ao pleno exercício das diferenças.

            Nesse contexto, assistimos a busca da educação em adequar-se às novas configurações sociais. Atendendo a chamativos da ONU e à realidade social brasileira, o MEC criou no interior dos Parâmetros Curriculares Nacionais, o tópico da Pluralidade Cultural. Preocupando-se com :

 

Conhecimento e à valorização de características étnicas e culturais dos diferentes grupos sociais que convivem no território nacional, às desigualdades socioeconômicas e à crítica às relações sociais discriminatórias e excludentes que permeiam a sociedade brasileira, oferecendo ao aluno a possibilidade de conhecer o Brasil como um país complexo, multifacetado e algumas vezes paradoxal.( PCN, 1998, p. 121)

 

            Essa temática encontra-se organizada em forma de tema transversal e deve ser utilizada por diversas disciplinas ao tratar de alguns conteúdos. É um primeiro esforço na tentativa de ultrapassar os currículos monoculturais existentes na educação brasileira. Porém sua repercussão e utilização parecem ter sido muito restritas, uma vez que verdadeiramente as ações nesse sentido encontram-se muito pulverizadas na escola.

            O tema é tratado muitas das vezes em formas de projetos efêmeros, não fazendo parte da vivência escolar. Em outros casos, por falta de preparo da escola e do professorado nem é levada em consideração.

            Assim, a busca de uma educação que respeite a diversidade cultural ainda merece muita discussão e preparo por parte dos educadores brasileiros, apesar de não ser novidade para nós a preocupação em criar projetos educativos contra-hegemônicos.

            Muito antes dessa discussão avançar pela Europa e Estados Unidos, já vivíamos essa experiência. Foi o caso dos Centro Populares de Cultura, o Movimento de Cultura Popular, o Movimento de Educação de Base e a Campanha “De Pé no Chão Também se Aprende a Ler”, todos sufocados pelas força reacionárias e conservadoras da ditadura militar ( CUNHA e GÓES, 1996).

Dessa forma, para avançarmos em construções mais democráticas, onde não mais sejam predominantes o pensamento masculino, heterossexual, branco e cristão, é urgente que a sociedade assuma o multiculturalismo, entendido aqui como: “fenômeno recente  de confronto de culturas num mesmo território, possibilitado pelo processo urbano-industrial moderno” ( GADOTTI,1995, p. 283).

Gadotti (1995) defende os princípios de uma educação multicultural como forma de fazer frente ao mundo cada vez mais homogeneizado pela tecnologia e como forma de trazer a  eqüidade para a educação, ao respeitar a cultura de origem do aluno.  Assim deve-se procurar um equilíbrio entre o local e o universal,  buscar um diálogo entre as diversas culturas para uma convivência democrática. Para isso, “reivindica a inclusão de outros legados no currículo: o africano, o árabe, o oriental, o feminino, o homossexual, etc” (GADOTTI, 1995, p. 285).

Com o crescente avanço nos estudos sobre essa temática, vem surgindo a perspectiva conceitual de uma diferenciação entre a até então chamada educação multicultural e intercultural. Para Fleuri (2000), são três as distinções a serem feitas. Na educação intercultural não há só o reconhecimento da diversidade, mas uma intencionalidade em promover a relação entre as diferentes culturas. Uma segunda distinção está na idéia da interação entre as diferenças para que se promova novos olhares e modifique horizontes. A última distinção parte da ênfase nos sujeitos que participam do processo, ao não entendimento de cultura como algo abstrato, mas que é parte integrante e integradora de pessoas reais. Busca-se assim, na interação entre sujeitos, a troca, o encontro, o diálogo (Fleuri, 2000,p. 75-76-77) .

Nesse sentido,  Candau (2000) entende a educação intercultural:

 

Um processo permanente, sempre inacabado, marcado por uma deliberada intenção de promover uma relação dialógica e democrática entre culturas e os grupos involucrados e não unicamente de uma coexistência pacífica num mesmo território. Esta seria a condição fundamental para qualquer processo ser qualificado de intercultural

( CANDAU, 2000, p. 56).

 

 

3- CONSIDERAÇÕES FINAIS:

 

 

          A realidade  atual é clara: não temos mais como esperar para mudar. Seja por questões econômicas, sociais, culturais ou políticas que afetam o cotidiano escolar, há urgência para que professores e o sistema busquem  alternativas.

          Ouve-se continuamente, em conversas, que as coisas não são como antes: a família, os hábitos, atitudes e postura dos  alunos são estranhas. Deixando , às vezes, os professores meio desesperados e muitas vezes nostálgicos.

          A grande questão encontra-se no fato de que apesar de saberem que tudo está mudando em uma velocidade prodigiosa, não mudam sua mentalidade e acabam freqüentemente em embates com seus alunos.

          A tarefa é difícil. Quebrar velhos paradigmas, compreender processos difusos, abertos a múltiplas possibilidades parece mesmo assustador. Porém, temos que tomar o trem da história, tentar balizar seus caminhos e não simplesmente  deixar que sejamos atropelado por ele.

          A escola é local onde a diversidade prevalece, mas até então esta tem sido escamoteada, e continua a impor uma visão única e padrão da realidade vivida. Por isso, a escola também virou ponto de confronto. Nela, como em outros espaços e tempos, a alteridade é sinônimo de inferioridade e não de diferença.

          Assim, busca-se hoje romper com essa visão intolerante e preconceituosa que mascara a realidade e procura-se na interação, no diálogo, novas formas de relação com o diferente. Forma essa, muito mais justa, democrática e enriquecedora.

 

 

3- REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

 

 

ARBEX, J. e TOGNOL, C. J. Mundo Pós-Moderno. 1.ed. São Paulo: Scipione, 1998.

 

BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais: pluralidade cultural. Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1998.

 

CANDAU, V. M. Interculturalidade e educação escolar. In: CANDAU, V. M. (org.) Reinventar a escola. Petrópolis: Vozes, 2000.

 

CUNHA, L. A.;GÓES, M. O golpe na educação. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor,1996.

 

FEATHERSTONE, M. A globalização da Complexidade: Pós modernismo e cultura de consumo. Revista Brasileira de Ciências Sociais, n. 32. 1996.

 

FLEURI, R. M. Multiculturalismo e interculturalismo nos processos educacionais. In: CANDAU, V. M. (org.) Ensinar e aprender: sujeitos, saberes e pesquisa. Rio de Janeiro: DP& A, 2000.

 

GADOTTI, M. Pedagogia da Praxi. São Paulo: Cortez, 1995.

 

HUNTINGTON, S. Choque do Futuro.  In: Veja 25 anos. Reflexões para o futuro. Abril,

1993.

 

IANNI, O. Teorias da globalização. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1995.

 

NADAI, E. O ensino de História no Brasil: trajetória e perspectivas. Revista Brasileira de História, São Paulo: ANPUH/Marco Zero, vol.13, n. 25/26, 1992/93.

 

POURTOIS, J-P. ; DESMET, H. A educação pós-moderna. São Paulo: Loyola, 1999.

 

TOURAINE, A. Crítica da Modernidade. Petrópolis: Vozes, 1994.



·  Professora da Faculdade de Filosofia Ciências e Letras Prof. Nair Fortes Abu-Merhy