Avaliação: a atuação do professor em questão

Aletéia Ribeiro Carvalhaes

Paola Cordeiro Fernandes

1 – Introduzindo e justificando o tema:

 

Enquanto relatório de pesquisa, o objetivo deste trabalho é analisar as observações realizadas, com o amparo teórico necessário a uma melhor compreensão dos dados coletados durante o trabalho de campo.

Partindo de uma metodologia qualitativa, que busca, através da observação e análise do campo investigado, compreender a temática pela perspectiva do sujeito, realizamos algumas observações etnográficas em sala de aula, no intuito de coletar dados que pudessem embasar este trabalho. Esta escolha metodológica justifica-se pela crença de que é através das vozes dos alunos e professores que poderemos, efetivamente, compreender a influência que a avaliação acarreta no sucesso ou fracasso escolar do aluno e é, também, através da imersão no meio destes alunos que é possível compreender sua realidade e pela convivência com eles, buscar pontos de referência que nos facilitem esta compreensão.

Através de uma perspectiva proposta em estudos mais atuais sobre a avaliação escolar, percebemos que a concepção de prática pedagógica que o professor assume na escola vai influenciar, ou mesmo determinar seu método de avaliação, mostrando, assim, que a avaliação tanto reflete quanto é reflexo desta concepção adotada pelo professor.

Certamente esta antinomia fracasso/sucesso escolar está entre os problemas mais discutidos na escola atualmente. Pensando desta maneira, cabe à nós, enquanto estudiosas da educação, buscar subsídios que ofereçam meios para que a escola possa enfrentar esta dificuldade sem prejuízos para alunos, funcionários, professores ou familiares. Nossa preocupação foi, contudo, neste trabalho, buscar compreender como a avaliação afeta diretamente os alunos neste processo. Não se trata de buscar os prováveis responsáveis pelo problema, ou analisar a questão enquanto deficiência da política pública vigente, mas sim refletir a avaliação e a atuação do professor enquanto mecanismos influenciadores da repetência escolar.

 

 

2 – Apresentando o contexto, o espaço e os sujeitos

 

Para compreender algumas questões presentes neste trabalho é necessário que algumas informações sejam detalhadas, entre elas, é imprescindível situarmos a realidade da escola, dos alunos e da professora que fazem parte deste processo.

 

2.1 – O contexto:

 

A princípio, torna-se relevante explicitarmos a realidade observada. A turma com a qual foi realizado este trabalho faz parte do “Projeto Caminhar”, um desdobramento do “Programa de Aceleração da Aprendizagem”, proposto pelo Governo Federal em 1996.

O Projeto Caminhar foi implantado, na Rede Municipal de Educação de Juiz de Fora em 1998, como uma adaptação do Programa de Aceleração da Aprendizagem, possuindo três grandes objetivos que são:

¨      Fortalecer e desenvolver a auto-estima dos alunos;

¨      Ensinar os conteúdos básicos das quatro primeiras séries;

¨      Ensinar algumas habilidades básicas.

Para atingir esses objetivos, o Programa conta com material didático específico para os alunos no qual todo o trabalho escolar resulta em um produto acabado, que traduz a aprendizagem pelo aluno. Assim, o Projeto Caminhar tem também como objetivo  minimizar a defasagem série/idade em mais de dois anos, visando uma nova organização curricular que busca a valorização do trabalho do professor, a melhora da auto-estima do aluno e o avanço em sua escolarização, a revisão e a celebração do sucesso alcançado pelo produto final bem definido. Esta é uma proposta de ação e organização que visa (en)caminhar , com sucesso, o aluno na vida escolar.

O que se pode afirmar quanto ao Projeto Caminhar, é que as estatísticas mostram aprovações, atendendo, assim, aos interesses governamentais de melhoria nos índices de defasagem no Ensino Fundamental.[1]

Quanto à avaliação, o projeto a propõe sob três aspectos:

¨      O que foi aprendido;

¨      Como foi aprendido;

¨      O gosto pelo aprender.

Afirmando, ainda, que “a avaliação deve ser sólida, completa, mas muito alegre, descontraída, criativa. TODOS devem provar e sentir que progrediram. É assim que o autoconceito vai se fortalecendo.” (Projeto Caminhar, p.8)

Ressaltamos que a princípio, este projeto seria aplicado a alunos entre 9 e 15 anos, com uma trajetória de múltiplas repetências; posteriormente, viu-se a necessidade de desenvolvê-lo com crianças que apresentassem alguma defasagem escolar.

 

2.2 – O espaço:

 

A sala de aula é um espaço relativamente satisfatório. De tamanho convencional, suporta o limite de cerca de 18 a 20 alunos frequentes diariamente. Cabe ressaltar que a disposição das carteiras em forma de semicírculo (conforme ilustração a seguir) é dada pela professora. Segundo ela, esta é a forma mais viável para que se possa circular pela sala, atendendo os alunos individualmente. Por outro lado, destacamos que esta é também uma maneira de permitir que os alunos interajam uns com os outros, pois a visibilidade fica favorecida para todos.

Propiciar um espaço saudável de interação e convivência com esses alunos não é uma tarefa muito simples. Falamos de uma escola pública de ensino que, a saber de todos, enfrenta dificuldades e carências comuns e já conhecidas pela sociedade. Este dado torna-se relevante para compreendermos que muitas vezes são essas barreiras as responsáveis pela falta de ações e transformações necessárias a um melhor desempenho. Contudo, frisamos que isso, de forma alguma, justificaria o descaso com a educação pública visível em todo lugar.


Representação gráfica do espaço da sala de aula:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Legenda:


          Porta

          Janela

         Armário

          Mesa de leitura

 

 

Quadro negro

Mesa da Professora

Mesas dos Alunos


2.3 – Os sujeitos:

 

Os alunos

No tocante aos alunos atendidos pelo Projeto Caminhar, enfatizamos que, na sala observada, os alunos são oriundos da periferia, que sofrem com a elitização do ensino, que não atende às necessidades de alunos de baixa renda. Além disso, há a discriminação dos alunos por parte de professores, devido ao fato de se tratarem de alunos repetentes.

É possível destacar, também, que os alunos deste projeto já carregam consigo uma enorme carga de descrença e desmotivação, enfrentando o preconceito e esbarrando em rotulações e estigmas que acabam por influenciar todo o seu processo de ensino-aprendizagem e seu desempenho escolar. São crianças com uma história escolar marcada pelo insucesso, justificando a defasagem e evasão escolar.

 

A professora

Os professores envolvidos recebem uma porcentagem de horas extras para estudos, recuperação e capacitação de alunos, necessitando ter disponível 20 horas mensais. São oferecidos cursos, oficinas e encontros para trocas de vivência entre professores. Recebem ainda visitas da equipe da Secretaria Municipal de Educação às suas salas de aula, para averiguação do andamento do projeto.

No caso específico desta observação cabe ressaltar ainda que a professora em questão é aluna de um Curso Superior de Pedagogia, numa Universidade Federal, o que pode, ao nosso ver, acarretar profunda influência em suas escolhas metodológicas e sua postura em sala de aula.

 

3 – Um olhar teórico sobre o tema proposto

 

3.1 – Evasão e repetência

 

As altas taxas de evasão e repetência no ensino fundamental começaram a chamar a atenção, nas últimas décadas, para a ineficiência da administração dos estabelecimentos de ensino – apontada como responsável pelo fracasso dos alunos. Isso levou à implantação de diversas experiências pedagógicas de orientação em diferentes estados e municípios por todo o país. Minas Gerais saiu na dianteira dessas reformas, dentre elas, destacamos, aqui, o “Projeto de Aceleração da Aprendizagem”. Sabemos que a democratização do ensino, perseguida na década de 80, não foi capaz de apresentar resultados efetivos e significativos. O que se verificou em muitos casos foi o fracasso e o empobrecimento do ensino oferecido, acarretando um novo olhar dos educadores quanto ao processo ensino-aprendizagem.

Atualmente não se busca mais uma expansão de oferta, mas uma melhoria de qualidade que proporcione a igualdade de oportunidades – tão discutida e há tempos ambicionada pelos educadores. Portanto, é preciso discutir e valorizar os meios propostos para a construção do conhecimento na atualidade, ressaltando a importância de uma reorganização da estrutura escolar na busca de adequação a esse processo de mudança.

Uma dessas modificações diz respeito à avaliação que, segundo SARMENTO (1993) “tem sido identificada como instrumento importante de controle e seletividade, justificando a pseudodemocracia escolar, na visão liberal” (p.19). Sabemos, no entanto, que não podemos enxergar o processo avaliativo, dessa forma, como sendo uma prática de poder e coerção. Novas perspectivas surgem neste novo século. A informatização, ou tantos outros avanços culturais que têm aflorado em diversas partes do mundo, passam a exigir uma postura diferenciada da adotada, até então, em décadas passadas.

A repetição de modelos é um aspecto permanente no cotidiano escolar. Alguns modismos pedagógicos continuam reforçando um processo avaliativo caótico e ultrapassado, que reafirmam o conservadorismo, já há muito existente.Dessa forma, compreendemos que ainda hoje, como nos coloca Perrenoud (1999)  “o sistema tradicional de avaliação oferece uma direção, um parapeito, um fio condutor; estrutura o tempo escolar, mede o ano, dá pontos de referência, permite saber se há um avanço na tarefa, portanto, se há cumprimento do seu papel” (p.156). Isso pode ser facilmente percebido através de propostas de avaliação padronizadas, muitas vezes oferecidas, pelas escolas, a todos os alunos, em função de um suposto modelo geral, considerado o ideal, que não leva em consideração os conhecimentos já adquiridos por eles em seus avanços sociais e escolares. E se esses alunos não atingem ao mínimo exigido nesses “testes”, ficando abaixo do referencial básico, não existe estratégia ou mecanismo que possibilite o aproveitamento do conhecimento até então adquirido. São simplesmente fadados ao fracasso, à repetência, à evasão, engordando os índices e estatísticas escolares.

O que não podemos mais é valorizar o ato avaliativo enquanto mecanismo mantenedor de ordem e regras pré-estabelecidas e controlador de comportamento. Menos ainda podemos rotular o aluno repetente de fracassado ou desprovido das qualidades necessárias à aprendizagem, atrelando isso a deficiências psicológicas ou justificando esse terrível quadro como processo natural numa sociedade substancialmente desprovida de recursos, cujas condições sociais de vida reafirmam a postura de exclusão do processo de ascensão social por meio da escolarização.

Neste momento, o que se propõe é uma reestruturação interna na escola quanto à sua forma de avaliação. Necessita-se, sobretudo, de uma avaliação contínua, formativa, ou gradativa, no sentido de uma perspectiva de desenvolvimento integral do aluno. Estes, por outro lado, necessitam serem atendidos e superados em seus fracassos anteriores, buscando-se obter o êxito dos objetivos traçados. Pois o importante, não é ministrar a todos os mesmos testes, análises ou exames, mas sim, estabelecer um diagnóstico correto para cada aluno e identificar as possíveis causas de seus fracassos e/ou dificuldades, exigindo tempo e investimento de toda a estrutura escolar, por uma maior qualificação e não somente uma quantificação da aprendizagem.

 

3.2 – Fracasso escolar

 

Falar de avaliação de alunos, sejam eles atendidos pelo Projeto Caminhar ou não, é, antes de tudo, refletir a questão do sucesso/fracasso escolar. Nesse aspecto, muitas polêmicas surgem na tentativa de encontrar os possíveis responsáveis por esse fator.

Alguns estudos já apontam que, diferentemente do que acreditou-se durante muito tempo, o fracasso escolar não é privilégio das classes menos favorecidas. Outros questionam o papel das famílias nesse processo, ou ainda outros apontam os professores como responsáveis pela problemática. Contudo, o que esse estudo afirma é que, embora seja uma meta governamental, acabar ou mesmo reduzir os índices de evasão e repetência que refletem o fracasso escolar é uma tarefa que depende de uma ação conjunta de pais, alunos, professores, escolas e políticas públicas. Somente a partir de uma atuação efetiva no sentido de melhorar o rendimento dos alunos é que se poderá esperar um resultado mais positivo dos mesmos.

Certamente que esta questão está intimamente ligada à outra: a exclusão social[2]. Muitas crianças passam, já a princípio, pela própria exclusão escolar, não encontrando, algumas vezes, nem mesmo vagas para matricularem-se. E uma vez dentro dos muros da escola, o aluno precisa ainda enfrentar a discrepância entre a realidade escolar e a vivida por ela fora deste ambiente.

Entretanto, se de um lado temos o paralelo entre fracasso escolar e exclusão social, de outro podemos traçar a trajetória do sucesso à inclusão. Isso se deve ao fato de que a escola deve estar preparada para atender às necessidades e expectativas dos alunos, tomando a sua cultura como prática social. Vivemos um período de significativas mudanças em todos os campos e devemos estar atentos para que a escola deixe de reforçar as desigualdades sociais de forma pejorativa. É certo que as diferenças existem e devem ser reconhecidas, contudo, não podemos deixar que se perpetuem a ponto de prejudicar o acesso de grande parte das crianças à educação.

Mas se a educação por si só não basta para transformar esta realidade, ela serve de mola mestra para o desenvolvimento de cidadãos mais conscientes de seus direitos e deveres e capazes de atuar de maneira decisiva nas transformações que poderão se efetuar para as gerações futuras.

 

4 – Um relato das observações realizadas

 

Enquanto relatório de pesquisa, cabe a nós, neste momento, oferecer alguns dados que subsidiaram este texto e comentar o trabalho de campo desenvolvido.

Numa perspectiva que buscou compreender a prática pedagógica em sua relação com a prática avaliativa, ressaltamos que, durante as observações realizadas, pudemos perceber uma busca de equilíbrio em relação aos pressupostos teóricos e a postura pedagógica da professora em questão. Lembramos que esta, contudo, é aluna de um Curso Superior de Educação, o que nos permite supor uma maior conscientização e maior conhecimento em relação aos ideais pedagógicos esperados.

Não pretendemos aqui afirmar que a professora defende uma teoria behaviorista, construtivista ou mesmo que segue um determinado autor ou as idéias piagetianas, vygotskyanas, etc.

Pretendemos sim, afirmar que, conforme as observações e notas de nosso trabalho, a referida professora demonstrou uma percepção favorável aos alunos no que diz respeito à avaliação. O que percebemos nestas observações foi uma avaliação condizente com a realidade dos alunos e dentro de uma proposta que considera os avanços e momentos de cada criança.

Isso justifica-se, por exemplo, pela própria disposição dada pela professora às carteiras em sala de aula, já que a forma de semicírculo permite um trabalho mais interativo com os alunos. Além disso, em sua prática, podemos perceber que realiza com estes alunos diversos trabalhos através dos quais pode-se perfeitamente perceber suas evoluções diárias em relação aos conteúdos curriculares e extra-curriculares. O que vêm afirmar a postura aberta e inovadora de prática avaliativa adotada, pois, nas palavras de Perrenoud (1999) “uma verdadeira avaliação formativa é necessariamente acompanhada de uma intervenção diferenciada, com o que isso supõe em termos de ensino, de organização dos horários, de organização do grupo-aula, até mesmo de transformações radicais das estruturas escolares” (p.15). 

 

5 – Considerações finais: compreendendo a avaliação

 

O que podemos concluir, com base nos estudos efetuados a partir deste trabalho é, sem dúvida, a importância da avaliação no processo de construção do conhecimento do aluno, percebendo o quanto ela pode tornar-se um mecanismo de controle e coerção se não realizada conscientemente.

Quanto aos alunos, ressaltamos que, enquanto sujeitos com um histórico escolar defasado por repetências e “fracassos”, cabe à escola, como responsável pelo sucesso destes alunos, encontrar meios de proporcionar-lhes uma avaliação justa e real.

No que se refere aos professores, fica a perspectiva de que sua avaliação e sua concepção pedagógica entrelaçam-se, resultando na prática efetiva de sua educação. Deste modo, é possível conjecturar que, de fato, uma tanto reflete quanto é reflexo da outra. Ou seja, a avaliação é, de um lado, desdobramento de uma proposta pedagógica, reveladora de um ideário pedagógico e de outro é a avaliação quem vai determinar os critérios que dão origem a novas propostas pedagógicas, estabelecendo a postura do professor em sala de aula.

Outro ponto relevante percebido ao longo deste trabalho é a enorme dificuldade existente na tentativa de se quebrar anos de tradição de uma perspectiva de cobrança e castigo relacionada à avaliação. Durante muito tempo a avaliação foi percebida como um instrumento de simples medição e rotulação. Atualmente, contudo, percebemos que compreender a concepção avaliativa só é possível quando compreendemos os sentidos e significados que norteiam a prática pedagógica do professor.

Assim, analisando as observações realizadas, é possível afirmar que a referida professora desenvolve com seus alunos uma prática avaliativa condizente com suas  possibilidades e, embora não se estabeleça numa prática pedagógica perfeita (já que esta análise não é nosso foco e nos concentramos apenas em sua perspectiva de avaliação) apresenta uma visível clareza de seus objetivos e os alcança, ao nosso ver, fazendo com que seus alunos progridam a partir das atividades e exercícios com eles realizados em sala de aula.

Refletindo então, a experiência deste trabalho de campo, percebemos que ele nos trouxe uma nova perspectiva de encarar a avaliação. Mostrando-nos ainda que nada é imutável e estático, e que professores, alunos, pais e a sociedade em geral têm poder para transformar, transgredir normas, fazendo do ensinar e do aprender uma prática geradora de conflitos, mas conflitos que tragam crescimento e benefício para todos e favoreçam o desenvolvimento individual e social de cada sujeito.

 


6 – Bibliografia

BENCINI, Roberta. Vergonha nacional. In: Revista Nova Escola. São Paulo: Editora Abril, novembro de 2000. p. 16-22.

DALBEN, A. L. de Freitas. Avaliação escolar: adesão de valores e princípios educativos. In: Revista Presença Pedagógica. Belo Horizonte: Editora Dimensão, Mar./Abr. 2000. p. 36-45.

NASCIMENTO, Gilberto. O fracasso de todos nós. In: Revista Educação. São Paulo: Editora Segmento, julho de 2000. p. 36-44.

PERRENOUD, Philippe. Avaliação: da excelência à regulação das aprendizagens - entre duas lógicas. Porto Alegre: ArtMed, 1999.

Prefeitura Municipal de Juiz de Fora/Secretaria Municipal de Educação. PROJETO CAMINHAR I.

SANTOS, L. L. de C. P. A questão da avaliação ou a avaliação em questão? In: Revista Presença Pedagógica. Belo Horizonte: Editora Dimensão, Set./Out. 1999. p. 82-84

SARMENTO, Diva Chaves. Em Busca De Valores e Condicionamentos Subjacentes à Prática Avaliativa Na Escola. In: Revista Educação em Foco.  Juiz de Fora: EDUFJF. Vol.1, n.1, jan. jun. 1993. p.17-34.



[1] O programa já atendeu, até hoje, a cerca de 1412 alunos, segundo dados publicados no site da Prefeitura Municipal de Juiz de Fora: http://www.pjf.mg.gov.br.

[2] Embora não seja fator determinante do fracasso, acreditamos que as diferenças sociais ainda influenciam o rendimento dos alunos, seja no campo psicológico ou mesmo físico.