A AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO NAS INSTITUIÇÕES FEDERAIS DE ENSINO SUPERIOR: UM PROCESSO DE ALAVANCAGEM DOS RECURSOS HUMANOS PARA O AUTODESENVOLVIMENTO OU INSTRUMENTO DE PROMOÇÃO?

 

Nina Rosa da Silveira Cunha 1

Maria José Paes Roque Pinto 2

Luiz Rodrigo Cunha Moura 3

José Roberto Reis 4

 

1. Introdução

De forma empírica ou sistemática, estamos sempre avaliando a nós mesmos e aos outros. A razão do interesse pelo auto e eterno conhecimento é a necessidade natural da constante avaliação que o indivíduo faz de si mesmo e dos outros. Nesse sentido, pode-se dizer que não é muito diferente o que acontece numa organização, ou seja, de uma forma ou de outra, todo funcionário passa por avaliações sempre que seus superiores tomam decisões relativas a pessoal.

            Atendendo a duas finalidades, julgamento e desenvolvimento, a avaliação de desempenho, no sentido educativo, tende a favorecer o acompanhamento dos Recursos Humanos, alavancando-os para um patamar de desenvolvimento em sintonia com os objetivos e metas da organização. Revelando um espaço para a reflexão da realidade, apresenta-se como uma ferramenta mais indicada para melhorar os resultados dos Recursos Humanos da organização, funcionando como uma estratégia estimuladora de maiores realizações.

            Por outro lado, verifica-se também que não existe uma forma única de Avaliação de Desempenho, aplicável a todas as organizações. Na verdade, a eficiência e a aplicabilidade real do sistema dependem do seu grau de adequação à estrutura particular da organização na qual está sendo utilizado, aos seus objetivos e às suas demandas ambientais.

            No âmbito das Instituições Federais de Ensino Superior-IFEs, a avaliação de desempenho tem sido praticada de formas diferentes, não obstante os questionamentos quanto aos resultados auferidos e aos objetivos a que se propõe. Na UFV, o método e o instrumento que permitem aplicar a avaliação de desempenho estão carentes de modificações, atualizações. Vê-se a necessidade de elaboração de um novo sistema mais adequado e compatível às suas necessidades e que permita a busca de melhorias nos padrões de qualidade.

            Motivada por essa preocupação, a pesquisa propôs-se a analisar o sistema de avaliação de desempenho dos servidores técnico-administrativos da UFV, com base num estudo comparativo da realidade das IFEs. Buscou-se também sugerir normas de aplicação e um novo sistema de critérios de avaliação de desempenho para a UFV.

 

2. A avaliação de desempenho

1.        Mestre em Administração - Universidade Federal de Viçosa

2.        Aluna de Pós Graduação em Gestão Estratégica - Universidade Federal de Viçosa

3.        Mestre em Administração - Centro Universitário de Ciências Gerenciais - UNA

4.        Doutor em Administração - Universidade Federal de Viçosa

 
            Entendida como uma técnica de coleta sistemática de dados e informações que possam ser registrados, processados e analisados para a tomada de decisões sobre o desempenho humano nas organizações, a avaliação de desempenho tem como objetivo melhorar os resultados dos recursos humanos e da própria organização. LOBOS (1979), argumenta que este último objetivo, significa alcançar melhores resultados operacionais, em termos econômico-financeiros, e que só pode ser atendido mediante colaboração das pessoas, o que leva a avaliação de desempenho a atender outras finalidades imediatas, de caráter motivacional e que são as que merecem maior atenção. Classificadas em três grupos distintos, destacou as de compensação econômica e, ou social mais eqüitativa; as de desenvolvimento individual do empregado; e, as de melhoria do ambiente do trabalho, em conseqüência do próprio desenvolvimento da organização.

            Como um instrumento,uma técnica, um método, uma ferramenta gerencial, a avaliação de desempenho não subsiste por si mesma, devendo ser considerada um meio e não um fim em si mesma (KOONTZ, 1974; CHIAVENATO,1998; BERGAMINI e BERALDO, 1988).

            A importância da avaliação de desempenho ou o seu valor como instrumento será determinado, a partir das conseqüências administrativas que passarão a existir, via resultados alcançados. Seu valor está intimamente ligado à qualificação dos pressupostos que regem a política administrativa de recursos humanos da própria empresa (BERGAMINI, 1979). Desta forma, a política de avaliação torna-se um fator de transformação institucional, à medida em que cria condições para reflexão e a transformação das práticas cotidianas e no desenvolvimento de seus integrantes, o que vem demandar um comprometimento efetivo do todo organizacional. Portanto, pode-se afirmar que a avaliação de desempenho constitui-se em um processo que envolve toda a organização. Seu sucesso não depende apenas da competência técnica do instrumento em si. Pelo contrário, há uma grande dependência do trabalho que todos os envolvidos podem desenvolver. A conscientização da importância do sistema de avaliação é, portanto, anterior à sua implantação. Na verdade, é necessário que se dissemine uma nova atitude, ou seja, uma nova postura administrativa e individual, pois as variáveis humanas têm papel fundamental em todo processo.

            Contar com a participação direta do elemento humano, está sujeito ao surgimento de distorções (LOBOS, 1979; TOLEDO, 1974; CHIAVENATO, 1998). Talvez a mais freqüente seja a relação que há entre o modo pelo qual o supervisor avalia seus subordinados e suas próprias experiências, vivências, percepções e valores. O avaliador tende a formar um perfil do avaliado de acordo com suas impressões que, em algumas ocasiões, podem ser apenas o resultado de estereótipos, preconceitos ou disfunções perceptivas, bem como valorizar atitudes que considere importantes e que, na realidade, não são tão fundamentais para o efetivo desempenho das atividades pertinentes a cada cargo.

            Assim, é importante que a organização se preocupe com a necessidade de treinar os avaliadores no sentido de que, primeiramente, eles aprendam a se conhecer para que só, então, sejam treinados a avaliar seus subordinados. Deve-se destacar, no entanto, que não são apenas os avaliadores que devem ser treinados, mas todos os membros da organização. Toda a organização precisa estar envolvida para que a Avaliação de Desempenho se transforme numa atitude generalizada.

 

3. Metodologia  

            O desenvolvimento do estudo baseou-se nos métodos descritivo e de estudo de caso.

            Para proceder a uma análise comparativa, efetuou-se, de início, um estudo sobre o sistema de avaliação de desempenho na UFV, verificando a metodologia empregada, os instrumentos utilizados, os aspectos positivos e inconsistências, bem como os seus reflexos. Utilizou-se, então, o método de estudo de caso, que, segundo CARVALHO (1988), consiste em discussões organizadas e sistemáticas de casos tomados da vida real, partindo de um acontecimento prático, ocorrido no âmbito da organização, para chegar à formulação teórica de sua solução. Posteriormente, foram feitos às IFEs os mesmos questionamentos, buscando informações sobre o seu sistema de avaliação de desempenho, aplicando-se o método descritivo. Este método tem como objetivo primordial “a descrição das características de determinada população ou fenômeno ou, então, o estabelecimento de relações entre variáveis. São inúmeros os estudos que podem ser classificados sob este título e uma de suas características mais significativas está na utilização de técnicas padronizadas de coleta de dados, tais como o questionário e a observação sistemática” (GIL, 1987).

 

            Para o levantamento dos dados, foram consultados documentos, realizadas entrevistas e aplicados questionários. O questionário foi aplicado, por meio de telefone e correio eletrônico, junto aos responsáveis pelo sistema de avaliação de desempenho. Decidiu-se por não enviar pelo correio convencional para garantir respostas mais rápidas, dada a premência do tempo e a greve das universidades. O questionário foi composto de 10 questões, sendo 4 fechadas e 6 abertas. Decidiu-se pela maioria das questões abertas para permitir que o responsável se expressasse, de forma mais livre, o seu sentimento com relação ao processo.

A população foi constituída de 52 Instituições Federais de Ensino Superior. O objetivo foi obter dados que fornecessem subsídios sobre a avaliação de desempenho dos servidores técnico-administrativos, nos últimos 5 anos, sendo que a UFV foi analisada em separado.

 

4. A avaliação de desempenho na UFV

Com a política de Recursos Humanos adotada pelo Governo Federal, foi criado o Plano Único de Classificação e Retribuição de Cargos e Empregos-PUCRCE, pela Lei 7596/87, que definiu, dentre outras questões, as diretrizes básicas para a avaliação de desempenho, como parte do processo de desenvolvimento de pessoal.

Na UFV, atendendo a referida Lei, a avaliação de desempenho do pessoal técnico-administrativo foi instituída pela Resolução nº 13, de 17/08/88, do Conselho Universitário, com a finalidade de formalizar um processo de obtenção de resultados que discriminassem os desempenhos satisfatórios dos insatisfatórios, e, ainda, garantissem, no seio da UFV, a eficácia e a valorização do trabalho.

O método utilizado foi um semelhante ao da “Lista de Verificação”, considerado o que melhor atendia à Instituição, além de apresentar rapidez e simplicidade, boa aplicabilidade a todos os grupos de servidores, objetividade, minimização dos efeitos de centralização e baixo custo do processo.

Com relação à periodicidade, o processo era aplicado com intervalos de 6 meses, num total de 4 avaliações por interstício, considerando que o interstício para o servidor obter a promoção por mérito é de 2 anos, a partir da data de sua admissão.

Observou-se que o instrumento adotado mostrou ao servidor a necessidade de ter desempenho satisfatório para ser promovido; contribuiu para a ampliação das discussões sobre a qualidade dos serviços prestados pelos diversos órgãos; e a competência passou a ser mais valorizada e exigida.

Por outro lado, o mesmo instrumento não contribuiu, para aferir em que sentido devem ser dirigidos os programas de treinamento. Apesar de ter incentivado o diálogo chefe-subordinado, houve tendência à supervalorização do desempenho do servidor, induzindo o avaliador a ser pródigo. Portanto, a avaliação gerou um resultado que não foi de todo satisfatório, não obstante o processo ter sido instituído com toda seriedade, não atingiu o objetivo esperado. Os resultados foram mais negativos que positivos.

Dois fatores negativos pesaram nas avaliações da UFV: a pressão social e o erro consciente. O primeiro levou o avaliador a ser “pródigo”, ou produziu a chamada “tendência central”, em que os subordinados foram postos no meio da escala, para “não prejudicar ninguém”. Já o erro consciente, se deu quando o supervisor deliberadamente escolheu pontos da escala de avaliação que ele sabe serem incorretos.

Diante disto, a avaliação de desempenho perdeu o seu sentido, não atingindo os objetivos: de discriminar efetivamente os desempenhos satisfatórios dos insatisfatórios; aferir em que sentido deviam ser dirigidos os programas de treinamento; identificar as potencialidades dos servidores; estimular melhor desempenho e produtividade; e melhorar as relações entre chefe e subordinados. Quanto à aceitação pelos servidores, observou-se que era boa quando o resultado da avaliação os satisfazia. Caso contrário, havia um descontentamento geral, estimulando comparações e gerando conflitos nas relações em todos os níveis.

 

5. A avaliação de desempenho nas IFEs

Dos 52 questionários distribuídos, obteve-se resposta de 28 IFEs (54%). Desse total, 14 universidades estão avaliando o desempenho de seus servidores (50%), e 14 universidades não a estão fazendo. Estas últimas alegaram razões diversas que  impediram ou dificultaram a avaliação, destacando-se “problemas com a operacionalização”, “falta de preparo dos avaliadores” e “modelo ultrapassado”, optando, portanto, por promoção automática. Das restantes apenas 1 (7%) nunca realizou uma avaliação de desempenho; 11 (79%) estão reestruturando o instrumento; e, 2 (14%) não providenciaram qualquer estudo ou ação para retornar com o processo de avaliação de desempenho do pessoal técnico-administrativo.

Das 14 universidades que aplicam a avaliação de desempenho, 72% a fazem  por mais de 5 anos consecutivos, utilizando o mesmo método de avaliação. Todavia, isto não quer dizer que o método existente seja o melhor. Precisam ser alterados ou aprimorados e as universidades têm consciência disso, mas ainda não conseguiram fazê-lo. Já 3 IFEs (21%), no período de 1 a 5 anos, têm adotado novos métodos de avaliação, mais condizentes com as suas necessidades. Do total de 14 IFEs apenas 1 (7%) não respondeu à questão.

Sobre os métodos utilizados, houve dificuldade dos respondentes em classificá-los. A maioria (36%) utiliza outros métodos, enquanto que 14% optaram por Escalas Gráficas, 21% por Escolha Forçada e 29% por Pesquisa de Campo.

Apesar de 50% das universidades considerarem, na prática, o método bom, todas têm suas restrições: acham que “ainda não é o ideal”, estão “fazendo pequenas adaptações, modificações devido projeto de lei”, “não mostra a realidade: cultura paternalista”, “tem falhas: ficou mecânico”. Aquelas que acham o método regular (29%), dizem que o mesmo é deficiente, precisando ser revisto, alterado e adaptado à realidade da universidade. As demais, ou seja, 21%, o consideram insatisfatório, usando-o apenas para cumprir uma formalidade, sem contudo avaliar realmente o desempenho do servidor.

Vale ressaltar, ainda, que nenhuma universidade, considera o método ótimo, uma vez que nenhum método está livre de discussões e que, na prática, a forma de avaliar se mostra deficiente e inadequada para estimular a utilização do potencial das pessoas. As práticas utilizadas tendem a agir mais como inibidoras do que como estimuladoras.

Em relação à eficácia do método utilizado, o resultado do processo de avaliação demonstrou que os pontos negativos (57%) predominam sobre os positivos (43%). A avaliação feita pela chefia foi considerada negativa por diversos fatores, ocasionando muita polêmica e críticas com relação ao processo, destacando-se as seguintes afirmativas: “existe chefe que é rigoroso e o servidor não faz jus à promoção”; “chefe que é paternalista e o servidor faz jus à promoção”; “a chefia não avalia bem, tem que haver maior conscientização”; “existe cumplicidade que atrapalha o resultado”; “o chefe não quer prejudicar o servidor e ainda, tem a questão financeira”; “os chefes não colocam no papel a realidade do servidor e depois reclamam que o servidor não cumpre com as suas tarefas”. Quando a avaliação é em grupo, “os colegas dão conceitos além da capacidade do servidor, visando apenas a questão financeira” e, além disso, existe a “cumplicidade entre chefe, servidor avaliado e colegas que prejudicam e tiram a seriedade do processo”. Desta forma, os chefes não têm o compromisso de avaliar devidamente os subordinados, não retratando na avaliação a realidade do servidor. Daí pode-se inferir, através da análise dos dados, que os resultados eram incompatíveis com a realidade das instituições, e que a avaliação não estava cumprindo a sua finalidade, estando muito aquém das expectativas. Nesse sentido, a maioria dos respondentes disse que “é preciso maior conscientização e comprometimento das chefias para se obter melhores resultados”.

Na opinião dos respondentes, quanto à aceitação da avaliação de desempenho pelos servidores, a maioria (72%) afirmou que os servidores acham “positivo o processo de avaliação de desempenho”, enquanto que apenas 7% o “acham negativo”, e o restante (21%) não se manifestou. O reduzido percentual de não-aceitação, é devido à rejeição e resistência que existe em relação ao processo: “é negativo, porque não avalia conforme deveria”. No entanto, a maioria o considera positivo podendo-se inferir a importância e o interesse demonstrados pela avaliação, pois os funcionários reconhecem a necessidade do processo para crescimento pessoal/profissional. Segundo os respondentes, “os funcionários ficam ansiosos para fazerem avaliação, principalmente para saberem como está indo o seu desempenho, pois a avaliação dá um feedback de seu desempenho”. Os funcionários enfatizaram, também, que a avaliação propicia condições para maior aproximação do grupo e contribui com o planejamento e desenvolvimento das atividades de uma maneira geral, dando-lhes oportunidade de fazerem sugestões de melhoria. E, ainda, durante o processo avaliativo têm a oportunidade de expressar com liberdade o seu ponto de vista. Para os respondentes, “é importante essa liberdade de expressão dos funcionários, pois permite avanços na sua participação, uma vez que estes passaram a enfrentar com maturidade os aspectos positivos e negativos de seu desempenho no trabalho”.

Pode-se afirmar que 57% das universidades foram unânimes em dizer que divulgam os resultados da avaliação de desempenho. Portanto, este é o momento em que os servidores tomam conhecimento de seu desempenho ante a expectativa da instituição e qual opinião da chefia, da diretoria sobre o seu trabalho. Esta divulgação contribui para que eles fiquem informados sobre o seu resultado e possam, dentro do prazo estabelecido, manifestar-se sobre o seu conceito, principalmente quando este conceito for insatisfatório.

 

6. Proposta  de  um  novo sistema  de  avaliação de desempenho para os servidores técnico-administrativos da Universidade Federal de Viçosa

O Sistema de Avaliação proposto congrega as normas de aplicação, o sistema de critérios de avaliação de desempenho e o formulário de acompanhamento.

O sistema proposto deverá ser testado antes da sua implantação definitiva, uma vez que, através dos resultados da simulação, poderão haver modificações em qualquer parte, pois esta é apenas uma proposta e não significa que esteja pronta e acabada.

A decisão de implantar o sistema de avaliação deve ser da administração superior, o que expressa o seu comprometimento, principalmente por tratar-se de um sistema da Instituição e não um projeto isolado de um setor. Deve-se considerar também a importância da participação e do envolvimento efetivo de todos no processo. Recomenda-se, pois, que as decisões que vierem a ser assumidas sejam amplamente divulgadas para poderem gerar um processo de maior identificação dos servidores com a Instituição a que dedicam a maior parte de suas vidas. A sensibilização da Instituição, deve ter um sentido educativo, visando abrir um espaço para a reflexão, troca de idéias e aprendizagem das pessoas sobre o novo enfoque de recursos humanos a ser assumido e praticado. O atendimento a essa reflexão se faz através de campanhas de divulgação e treinamento específico para avaliadores (chefias), no sentido de desenvolver neles a atitude de bom avaliador. Deixar claro aquilo que se pretende com a avaliação, expondo as diretrizes para todos os níveis da instituição, seus benefícios etc. Desenvolver atitudes corretas de avaliação, colocando os avaliadores diante dos tipos de erros que podem cometer e situá-los diante da responsabilidade que lhes cabe como principais agentes do sistema. Deixar claro que não se trata de um acerto de contas e sim um programa através do qual se pretende apontar os pontos fortes daqueles que trabalham, dando-lhes a possibilidade de reflexão, análise e orientação para o desenvolvimento de suas potencialidades, visando proporcionar, com isso, um clima de tranqüilidade na instituição. E, ainda, preparar os avaliadores (chefias) para a discussão do desempenho com o avaliado, uma vez que este ponto é de grande importância, pois é o momento em que o avaliador se defronta com o avaliado, para discutirem o assunto. Quando isto ocorre, atinge-se o ponto máximo da avaliação. A atitude desenvolvida nesse momento, quando inadequada, compromete o trabalho que foi feito até então.     

Releva destacar, os principais aspectos instituídos e desenvolvidos:

1)      Montagem do formulário de Avaliação de Desempenho-TA-Apêndice 1. Consistiu de adaptação, após análise, de vários modelos das IFES e da UFV. Ressalta-se que foram incluídos vários fatores considerados os mais importantes.

2)      Definição de fatores mais significativos de avaliação e seus valores - Quadro 1.

3)      Definição e adoção de pesos para cada fator de acordo com tipo de avaliação. A adoção de pesos veio permitir uma melhor conciliação dos fatores considerados mais importantes para cada tipo de avaliação, ou seja, avaliações para os níveis de apoio, intermediário, superior e avaliação de chefias - Quadro 2.

4)      Instituição das fórmulas de apuração de resultado de avaliação de desempenho:

AV1 e AV2 = TpAc + TpAa       e      MAp = 2 (AV1) + 3 (AV2)

                                                           2                                                         5

5)      Definição do percentual de pontos, 40% e 60%, na 1ª e 2ª etapas respectivamente. Permite ao servidor recuperar sua nota e por meio de estímulo e acompanhamento, buscar seu crescimento e melhorar seu desempenho.

6)      Melhoria do formulário “Acompanhamento de Desempenho do Servidor”-Apêndice 2.

 

6.1. Normas de aplicação da avaliação de desempenho no novo sistema

            Estas normas têm como objetivo formalizar e padronizar a aplicação da avaliação de desempenho na UFV.  São procedimentos que devem ser observados por todos os integrantes do processo. Abordam as seguintes questões:

 

I. Participantes do processo de avaliação de desempenho

            Serão participantes do processo todos os servidores técnico-administrativos do quadro permanente da UFV, inclusive aqueles que estão em final de carreira e os ocupantes de Cargo de Direção (CD) e Função Gratificada (FG).

 

II. Casos especiais

            Todos os casos especiais deverão estar devidamente registrados no Formulário de Acompanhamento de Desempenho do Servidor. Para garantir a padronização da metodologia, serão citados alguns fatos que poderão ocorrer, no período de aplicação da avaliação de desempenho, indicando as providências a serem tomadas:

a) Servidor afastado, prestando colaboração ou à disposição de outros Órgãos

Para o servidor que se encontra cedido a outro Órgão ou Instituição, na sua avaliação deverá ser considerado o desempenho funcional nos últimos 12 meses de efetivo exercício, observado, para esse efeito, o desempenho na unidade onde permaneceu por período maior.

No caso do servidor ser avaliado na unidade onde permaneceu por mais tempo, o Formulário de Avaliação de Desempenho deverá ser enviado ao responsável do Órgão ou Instituição e deverá ser retornado à Diretoria de Recursos Humanos – DRH no prazo previsto.

b)      Servidor afastado para licença especial ou gestante, para tratamento de saúde

O servidor será avaliado apenas no período em que trabalhou efetivamente, portanto, não haverá prejuízo pelo afastamento, pois seus resultados serão apurados pela média do período trabalhado.

c)      Servidor afastado para realizar aperfeiçoamento no país ou no exterior

O servidor terá sua avaliação integral, ficando condicionada à conclusão  do curso. Se não concluir o curso, sua promoção será anulada e o mesmo terá que devolver a parcela referente ao período em que recebeu com a nova promoção.

d)      Servidor afastado para mandato eletivo ou mandato classista

                O servidor não é avaliado enquanto durar o mandato eletivo ou classista, conforme o disposto no art. 102, inciso V e inciso VIII, alínea C da Lei 8.112/90.

e)      Servidor removido para outra lotação

Será avaliado pela chefia do setor onde ficou por mais tempo, nos últimos 12 meses.

f)       Mudança de chefia imediata no decorrer do período

Ao novo chefe compete avaliar o subordinado seguindo os registros contidos no formulário de Acompanhamento de Desempenho do Servidor. O ex-chefe será avaliado como chefe, se tiver sido exonerado no período inferior a 6 (seis) meses do vencimento da avaliação e como subordinado no período superior a 6 (seis) meses do vencimento da avaliação.

g)      Chefia imediata de licença ou afastada da Instituição

Neste caso todos os seus subordinados serão avaliados pelo seu substituto, seguindo os registros contidos no formulário de Acompanhamento de Desempenho do Servidor.

 

III. Periodicidade da avaliação de desempenho

            Como sugestão, a avaliação de desempenho poderá acontecer em duas etapas, no interstício de dois anos, com intervalo de doze meses. Os formulários serão distribuídos de acordo com a data de admissão dos servidores, para se ter maior controle dos formulários preenchidos que chegarão à DRH. Distribuindo pequena quantidade por mês, fará reduzir o número de avaliação para apurar os resultados, facilitando, assim, um melhor acompanhamento do servidor, pela DRH, com melhor condição de identificar os servidores que estão sendo avaliados naquele período e detectar os casos de avaliação distorcida.

A opção por apenas duas etapas de avaliação se justifica no sentido de que, quanto menor o número de avaliação, maior será o controle, haverá tempo de corrigir distorções e melhorar desempenhos insatisfatórios. Não se recomenda, um prazo inferior a seis meses, tendo em vista que a natureza humana é bastante complexa para ser conhecida em tão curto período de tempo. E ainda, o período válido para cargos de chefias, é de um ano, uma vez que o desempenho deles é subjetivo e os resultados do trabalho são intangíveis. Para mais de duas etapas de avaliação terá muito volume de papel, consequentemente aumento dos custos com formulários, demanda de mais arquivos, aumento do volume de trabalho e pouco tempo para realizá-lo. Não se optou por uma etapa, uma vez que o servidor não teria como obter um feedback, pela comparação do resultado alcançado com o esforço despendido.

            Assim, o servidor é submetido a duas avaliações de desempenho no decorrer de dois anos.

 

IV. Quem avalia

            A avaliação será feita pelo próprio servidor e pela chefia imediata.

 

V. Divulgação

A divulgação do resultado da avaliação de desempenho será feita,  após a conclusão da 2ª etapa, através do “Atos Administrativos” da UFV. Serão divulgados, apenas, os nomes dos servidores que atingiram pontuação igual ou superior a 60% (sessenta por cento). 

VI. Recurso

O servidor avaliado que não atingiu pontuação para ser promovido e aquele que se considerar prejudicado terão o direito a ingressar com recurso até o décimo dia útil, após tomar ciência do resultado de cada etapa da avaliação. O recurso será encaminhado à Diretoria de Recursos Humanos, que, junto com a Comissão Permanente de Pessoal Técnico-Administrativo – CPPTA decidirão sobre o mérito.

 

6.2. Sistema de critérios de avaliação de desempenho

            É a base do método de avaliação de desempenho, contendo instrumentos de avaliação, pontuação, forma de apuração dos resultados, de divulgação e de ingresso de recurso.

 

I. Instrumentos de avaliação

Inicialmente, propõe-se que seja adotado apenas um modelo de formulário nas duas etapas para a “avaliação pela chefia imediata”, “auto-avaliação” e “avaliação dos servidores que exercem chefia” (Apêndice 1).

Quem deve avaliar o servidor é o próprio chefe, que tem condições de acompanhar e verificar o desempenho de cada subordinado, diagnosticando seus pontos fortes e fracos. A auto-avaliação, implica uma participação mais ativa do avaliado, visando uma autocrítica, pois é um dos meios para que o servidor conheça seus pontos fortes e fracos em relação ao que lhe é proposto e, a partir daí, melhorar seu desempenho e sua interação no trabalho. Isto não significa a exclusão do superior do processo, uma vez que ele é envolvido após o avaliado ter feito seu próprio julgamento. Já para o caso de avaliação dos servidores que exercem chefia, além de ser respondido todos os itens iguais aos anteriores, no mesmo formulário existem mais 3 (três) itens específicos para chefia.

O formulário, composto de questões fechadas, tem a finalidade de facilitar a pontuação e rapidez do processo, e questões abertas sem pontuar, a fim de garantir a validade dos dados, o que permitirá, num mesmo formulário de avaliação, obter informações cruzadas como forma de confirmação dos resultados obtidos na 1ª parte, assegurando-se, portanto, o controle de validade dos dados oferecidos pelo avaliador. Ainda, verificar a coerência entre respostas, na tentativa de se obterem melhores resultados, facilitando o estabelecimento de objetivos e planos de ação para os próximos períodos, tanto pelo avaliador como pelo avaliado.

Caberá aos profissionais da Diretoria de Recursos Humanos proceder à tabulação e análise dos dados, anteriormente assinalados pelos responsáveis pela avaliação. A título de sugestão atribuiu-se para cada fator de desempenho, um conceito geral com 4 (quatro) graduações, codificados por A, B, C e D, correspondendo a valores que vão de 0 a 3 (Quadro 1). Os profissionais da DRH deverão ter, portanto, em mãos os valores constantes do Quadro 1, para apurar os resultados e lançá-los no “box” reservado ao seu preenchimento no formulário Avaliação de Desempenho – TA ( Apêndice 1).

Após registros dos pontos passa-se a lançar o registro dos pesos. Para os níveis (NS, NI e NA) e para a avaliação dos ocupantes de Cargo de Direção e Função Gratificada, foram distribuídos pesos diferentes para cada fator, conforme Quadro 2. É conveniente lembrar que os registros dos pontos e pesos deverão ser somados para apurar o total de pontos, conforme formulário Avaliação de Desempenho – TA (Apêndice 1). O somatório dos pontos deverá entrar na fórmula de apuração dos resultados da 1ª e 2ª etapas da avaliação. O resultado final será obtido através da média aritmética ponderada das duas etapas de avaliação.

 

 

Quadro 1 - Valores das graduações dos fatores de avaliação de  desempenho

 

FATORES

 

GRADUAÇÕES/VALORES

 

A

 

B

C

D

Assiduidade

0

3

2

1

Disciplina

2

1

0

3

Capacidade de Iniciativa

0

3

2

1

Produtividade

3

1

2

0

Responsabilidade

0

1

2

3

Pontualidade

2

1

0

3

Qualidade do Trabalho

0

1

2

3

Conhecimento do Trabalho

0

3

2

1

Relacionamento Interpessoal

3

1

0

2

Criatividade

0

1

2

3

Trabalho em Equipe

3

2

1

0

Espírito Crítico/Capacidade de Análise

0

2

1

3

Liderança

3

1

2

0

SOMENTE PARA OS SERVIDORES QUE EXERCEM CHEFIA

Planejamento e Organização

2

1

0

3

Comunicação

0

1

3

2

Tomada de Decisões/Imparcialidade

2

3

1

0

Fonte: Dados de pesquisa.

 

Quadro 2 - Distribuição dos pesos de cada fator do formulário de avaliação de desempenho, de acordo com o tipo de avaliação

 

 

FATORES

 

PESOS

 

Nível

Auxiliar

 

Nível

Intermediário

Nível

Superior

Chefia

Assiduidade

1

1

1

1

Disciplina

1

1

1

1

Capacidade de Iniciativa

1

1

1

1

Produtividade

1

1

1

1

Responsabilidade

1

1

1

1

Pontualidade

4

4

3

1

Qualidade do Trabalho

2

3

2

4

Conhecimento do Trabalho

1

2

3

4

Relacionamento Interpessoal

1

1

1

1

Criatividade

1

3

3

3

Trabalho em Equipe

4

4

4

1

Espírito Crítico/Capacidade de Análise

1

2

4

4

Liderança

1

2

3

4

SOMENTE PARA OS SERVIDORES QUE EXERCEM CHEFIA

Planejamento e Organização

-

-

-

1

Comunicação

-

-

-

1

Tomada de Decisões/Imparcialidade

-

-

-

1

Fonte: Dados de pesquisa.

Observação: Como sugestão, foram apresentados pesos diferentes para cada nível, mas poderá ser pensado em termos de futuro, em pesos diferentes para cada cargo, e, ainda, num modelo de formulário eletrônico, via Internet.

 

Os valores das graduações dos fatores do formulário de avaliação de desempenho (Quadro 1), estão dispostos de forma alternada. A intenção é de não divulgar estes valores, assim como os pesos de cada fator (Quadro 2), na tentativa de evitar, de certo modo, uma tendência subjetiva, do chefe, de proteger ou prejudicar os avaliados. Sugere-se que a cada dois anos seja feita uma revisão no instrumento. As modificações poderão ser com relação às graduações dos fatores, aos pesos, à linguagem, aos fatores, enfim, onde for necessário para que o mesmo seja aprimorado. Com relação às graduações dos fatores e aos pesos, estes devem ser revistos sempre que necessário, pois é quase impossível guardar segredo, mesmo que seja um número reduzido de funcionários para manusear esses valores.

 

II. Apuração dos resultados

O resultado de cada etapa da Avaliação de Desempenho será obtido através da seguinte fórmula, arredondado para o inteiro mais próximo: AV1 e AV2 = TpAc + TpAa

                                                                                                                                         2

Onde: AV1    =  Resultado da 1ª etapa da avaliação  

                     AV2    =  Resultado da 2ª etapa da avaliação

                      TpAc  =  Total de pontos da avaliação da chefia           

                     TpAa  =  Total de pontos da auto-avaliação            

                           2        =  Soma  dos   pesos  (peso 1 para a avaliação  da  chefia  e  peso 1 para a auto-avaliação)           

O resultado final será obtido através da média aritmética ponderada das duas etapas de avaliação, arredondado para o inteiro mais próximo:

            MAp = 4 (AV1) + 6 (AV2)    ou  simplificando:  MAp = 2 (AV1) + 3 (AV2)

                                       10                                                                                 5

            Onde: MAp  =  Média aritmética ponderada

                      2        =  Representa 40%, que é o valor da 1ª etapa

  AV1   =  Resultado da 1ª etapa da avaliação

3            =  Representa 60%, que é o valor da 2ª etapa

                     AV2   =  Resultado da 2ª etapa da avaliação

           5        =  Representa 100%, que é a soma das duas etapas

Será considerado apto a ser promovido por mérito o servidor que atingir uma pontuação igual ou superior a 60% (sessenta por cento) do total de pontos, nas 2 (duas) avaliações. Considerando que a 1ª etapa da Avaliação tem valor total de 40% e a 2ª de 60%, se o servidor perder pontos na 1ª etapa da avaliação, ele poderá, através de um acompanhamento, melhorar seu desempenho e recuperar na 2ª etapa. É uma pontuação que estimula o servidor a buscar o seu crescimento.

 

6.3. Acompanhamento de desempenho do servidor pela chefia

O formulário Acompanhamento de Desempenho do Servidor (Apêndice 2) é um instrumento que vem facilitar e otimizar o monitoramento do servidor pela chefia e tem como objetivos registrar todos os aspectos positivos e negativos do desempenho, evitando que sejam esquecidos, no sentido de corrigir as distorções verificadas, além de acompanhar o desenvolvimento profissional do servidor. Sendo utilizado pela chefia imediata, deverá permanecer com a mesma, servindo  como subsídio nas avaliações parcial e final, uma vez que se constitui em documento oficial de acompanhamento do servidor.

 

7. Conclusões

Pode-se concluir que para grande parte das universidades, a avaliação de desempenho funciona como um processo que visa apenas promoção e não a avaliação em si.

Com relação às chefias, muitas não têm o compromisso de avaliar devidamente os subordinados e não retratam a realidade do servidor. Isto reflete o fato de que podem estar valorizando atitudes que consideram importantes e que, na realidade, não são tão fundamentais para o efetivo desempenho das atividades pertinentes a cada cargo.

Portanto, as avaliações não são compatíveis com a realidade das instituições, e por isso não cumprem a sua finalidade, estando aquém das expectativas. Tanto assim que, essa falta de obtenção dos resultados desejados é um dos principais responsáveis pela interrupção da avaliação de desempenho, causando a descontinuidade do processo.

Conclui-se, ainda, que o sucesso da avaliação não depende apenas da competência técnica do instrumento em si, mas também da forma como o instrumento é utilizado, uma vez que ela constitui-se em um processo que envolve toda a organização.

O Sistema de Avaliação, por ser amplo, ao envolver um grande número de variáveis e contar com a participação direta do elemento humano, está sujeito a distorções, conforme análise dos resultados. O auto-conhecimento e o treinamento se fazem necessários para que aquele que avalia possa entender melhor o porquê de formar determinadas opiniões a respeito de certas pessoas, ou, ter certas atitudes específicas frente a novas situações.

Por esses motivos, é que a avaliação deve ser a reflexão que se transforma em ação, que, por sua vez, impulsiona a novas reflexões. Um processo interativo, através do qual avaliados e avaliadores aprendem sobre si mesmos e sobre a realidade institucional.

Por fim releva destacar que é necessário ter um acompanhamento da nova proposta, para perceber a força e possíveis deficiências, recebendo críticas e sugestões que possibilitem reformulações. Portanto este  feedback é importante para os ajustamentos do processo.

            No caso da UFV apresenta-se, além das recomendações comuns e necessárias a todas as instituições, uma proposta de um novo sistema de avaliação de desempenho. De natureza essencialmente educativa, esse sistema visa promover o desenvolvimento integral de seus elementos constitutivos, e em condições de se aproximar, com certeza, da realidade ufeviana. Trata-se, pois, de um sistema mais adequado, em condições de gerar maior eficácia para a UFV, num processo integrativo servidor-chefia-organização.

 

8. Referências bibliográficas

ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS DIRIGENTES DAS INSTITUIÇÕES   FEDERAIS DE ENSINO SUPERIOR-ANDIFES. Experiência de avaliação, projetos e programas. Brasília: 1991-

BERGAMINI,C.W. Avaliação de desempenho humano na empresa. São Paulo: Atlas,  1979.

BERGAMINI, C. W.; BERALDO, D. G. R.  Avaliação de desempenho humano na empresa.   4.ed.  São Paulo: Atlas, 2000. 292 p.

BRASIL. Lei 7596, 10/04/87. Dispositivos do Decreto-Lei 200, de 25/02/67, modificado pelo Decreto-Lei 900, 29/09/69, pelo Decreto-Lei 2299, 21/11/86. Diário Oficial da União. Brasília. p. 5253, 13 abr. 1987. Seção I.

CARVALHO, A. V. Treinamento de recursos humanos. São Paulo: Pioneira, 1988. 251 p.

CHIAVENATO, I. Desempenho humano nas empresas: como desenhar cargos e avaliar o desempenho. 4.ed. São Paulo: Atlas, 1998. 162 p. 

CHIAVENATO, I. Recursos humanos. 5.ed. São Paulo: Atlas, 1998. 623 p.

FLIPPO, E. B. Princípios de administração de pessoal. 2.ed. São Paulo: Atlas, 1973.

GIL, A. C.  Como elaborar projetos de pesquisa.  São Paulo: Atlas, 1987.     159 p.

KOONTZ, H. Avaliação de executivos. Rio de Janeiro: LTC, 1974. 181 p.

LOBOS, J. A. Administração de recursos humanos. São Paulo: Atlas, 1979. 407 p.

TOLEDO, F. de. Administração de pessoal. 4.ed. São Paulo: Atlas, 1974. 195 p.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA. Resolução nº 13/88, de 17 de agosto de 1988, do Conselho Universitário. Manual de avaliação de desempenho do pessoal técnico-administrativo da Universidade. Processo. nº 88-02909, agosto 1988.

 

 

 

 

APÊNDICE 1

 

UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA

DIRETORIA DE RECURSOS HUMANOS

SERVIÇO DE DESENVOLVIMENTO DE PESSOAL

 

 

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – TA

 

1ª ETAPA   (     )       2ª ETAPA   (     )

 

IDENTIFICAÇÃO DO SERVIDOR

 

NOME:

MATRÍCULA UFV:

MATRÍCULA SIAPE:

CARGO:                             “ETIQUETA”

NÍVEL:                              

LOTAÇÃO:

ADMISSÃO:

 

 

 

 

AVALIAÇÃO PELA CHEFIA IMEDIATA                                (     )

 

AUTO-AVALIAÇÃO                                                                (     )

 

AVALIAÇÃO DE SERVIDORES QUE EXERCEM CHEFIA   (     )

 

 

INSTRUÇÕES

 

§         Leia com atenção as descrições dos fatores contidas no verso desta ficha.

§         Seja o mais objetivo e imparcial possível em suas escolhas.

§         Não rasure o formulário evitando, assim, dupla interpretação o que poderá anular esta avaliação.

§         Assinale com “X” na opção que melhor descreva a atuação funcional do servidor, tendo em vista as descrições dos fatores de avaliação e as alternativas correspondentes às graduações.

§         Indique apenas uma alternativa para cada fator avaliado.

§         Não deixe nenhum fator sem avaliação. Confira bem o preenchimento.

§            

Não preencher. Reservado para a DRH.

 

 

FATORES

 

GRADUAÇÕES

 

PONTUAÇÃO

A

B

C

D

(X)

PONTOS

(Y)

PESOS

(XY)

TOTAL

§      Assiduidade

 

 

 

 

 

 

 

§      Disciplina

 

 

 

 

 

 

 

§      Capacidade de Iniciativa

 

 

 

 

 

 

 

§      Produtividade

 

 

 

 

 

 

 

§      Responsabilidade

 

 

 

 

 

 

 

§      Pontualidade

 

 

 

 

 

 

 

§      Qualidade do Trabalho

 

 

 

 

 

 

 

§      Conhecimento do Trabalho

 

 

 

 

 

 

 

§      Relacionamento Interpessoal

 

 

 

 

 

 

 

§      Criatividade

 

 

 

 

 

 

 

§      Trabalho em Equipe

 

 

 

 

 

 

 

§      Espírito Crítico/Capacidade de Análise

 

 

 

 

 

 

 

§      Liderança

 

 

 

 

 

 

 

§      Planejamento e Organização

 

 

 

 

 

 

 

§      Comunicação

 

 

 

 

 

 

 

§      Tomada de Decisões/Imparcialidade

 

 

 

 

 

 

 

 

 

TOTAL DE PONTOS = SXY =

Viçosa, _____/ _____/ ______

 

________________________________

Assinatura e Carimbo do Avaliador

 

De acordo:

 

________________________________

Assinatura do Avaliado

 

FATORES DE AVALIAÇÃO I*

  

DESCRIÇÃO DOS FATORES

GRADUAÇÃO DOS FATORES

 

A

B

C

D

Assiduidade

 

Considere o comparecimento e a presença assídua do servidor no trabalho.

Constantemente falta e quando comparece, ausenta-se do local de trabalho, inclusive sem avisar.                   (    )

É assíduo. Quando eventualmente falta, justifica.             

 

  (    )

 Comparece regularmente, mas com freqüência ausenta-se  para tratar de assuntos de seu interesse.    (    )

 Raramente falta, mas suas atitudes demonstram simples acomodação no trabalho.              (    )

Disciplina

Considere o comportamento do servidor  no que se refere ao conhecimento e ao cumprimento das normas e regulamentos determinados pela Instituição, e as possíveis penalidades e processos administrativos disciplinares.

 Geralmente cumpre as normas estabelecidas pela Instituição.

 

 

 

 

 

 

(    )

 Cumpre as ordens e instruções com resistência. Está sempre tentando burlar as ordens recebidas e se justificando.

 

 

 

                              (    )

É indisciplinado. Não cumpre as normas estabelecidas pela Instituição, o que vem prejudicando o trabalho do seu setor.         

 

 

 

 

     (    )

Aceita e procura cumprir as normas estabelecidas pela Instituição. É uma pessoa cumpridora de seus deveres.

 

 

 

 

(    )

Capacidade de Iniciativa

 

Considere a capacidade do servidor para aprender e buscar soluções adequadas para resolver problemas que surjam no seu trabalho.

Não apresenta nenhuma iniciativa quanto à resolução dos problemas que encontra. Espera que lhe digam o que fazer.                 

 

 (    )

Tem claras as tarefas que precisam ser feitas e iniciativa para realizá-las. É capaz de conceber e propor alternativas que resolvam problemas e otimizem rotinas.   (    )

 Apresenta boa capacidade para resolver os problemas que ocorrem. Toma medidas adequadas, de modo a atender às necessidades do setor.     

(    )

 Resolve bem as situações de rotina, mas se atrapalha ao lidar com situações fora dela.     

 

 

(    )

Produtividade

 

Considere a quantidade de trabalho executado e o tempo gasto para realizá-lo em relação ao que é esperado para a função que o servidor desempenha.

Trabalha rápido e bem, mesmo que haja um aumento inesperado de trabalho. A quantidade de trabalho apresentada supera as expectativas e as exigências do setor. 

(    )

 A quantidade de trabalho apresentada é irregular, precisando ser cobrado para atender às exigências do setor.     

 

 

 

(    )

 É rápido no desempenho de suas tarefas. Produtividade adequada em relação ao tempo gasto e ao exigido pelo setor.     

 

 

 

(    )

A quantidade de trabalho apresentada é insuficiente e,  mesmo quando cobrado, não atende às exigências mínimas do setor.

                 

 

  (    )

Responsabilidade

 

Considere o comprometimento e empenho com que o servidor realiza o trabalho, bem como o cuidado apresentado com materiais e equipamentos utilizados. Inspira confiança quando uma tarefa lhe é solicitada, sendo discreto em relação a dados sigilosos.

Mostra-se descomprometido com o trabalho que realiza. Falta-lhe responsabilidade para com os trabalhos, e zelo pelos equipamentos. É incapaz de responder pelos seus atos, não inspira confiança. Desconhece as normas de segurança e não se preocupa em conhecê-las.     

      

 

(    )

 Às vezes mostra-se descomprometido com o trabalho que lhe é designado, sendo necessário alertá-lo quanto a este aspecto. Precisa ser mais cuidadoso. Demonstra certa negligência com materiais e equipamentos de trabalho. Precisa ser lembrado que a não observação das normas de segurança pode causar danos.     

 

(    )

 Mostra-se comprometido e empenhado com o trabalho que realiza. Inspira confiança e raramente precisa ser lembrado pela chefia sobre algum trabalho. Conhece bem os equipamentos e as práticas de manutenção. É preocupado com as  normas de segurança e procura aplicá-las.     

 

 

(    )

Assume suas responsabilidades e inspira inteira confiança. Desempenha perfeitamente suas tarefas, sem precisar ser lembrado pela chefia. Além de conhecer bem os equipamentos e as práticas de manutenção, colabora com os demais nesse sentido. Conhece as normas de segurança e as aplica.          (    )

Pontualidade

 

Considere o cumprimento do horário de trabalho, ou seja, horário de entrada e saída.

 Dificilmente chega e/ou sai fora dos horários estabelecidos. Procura se justificar, Quando isto ocorre.  

 

(    )

 Com certa freqüência deixa de cumprir os horários estabelecidos e não se preocupa em avisar essas ocorrências.     

 

(    )

Dificilmente cumpre os horários de trabalho estabelecidos, chegando tarde e/ou saindo antes da hora. Está sempre buscando justificativas para seu comportamento.     (    ) 

É sempre pontual. Quando se atrasa ou tem que sair antes do horário, avisa e justifica. Quando necessário fica além do horário.

  (    )

Qualidade do Trabalho

 

Considere o resultado final,  ou seja, o cuidado e a atenção com que o servidor desenvolve suas atividades, levando em conta o nível de perfeição desejável.

Não se importa com a execução de suas tarefas. Seu trabalho é de má qualidade, e não demonstra interesse em  melhorar.                 

  (    )

 Os trabalhos realizados nem sempre apresentam boa Qualidade. Precisa ser advertido constantemente para  melhorar a qualidade do seu trabalho.   (    )

 O trabalho que realiza é de boa qualidade, atendendo às exigências do seu setor.     

 

 

(    )

Desempenha seu trabalho com atenção e ótima qualidade.      

 

 

 

 

(    )

Conhecimento do Trabalho

 

Considere o grau de domínio e apreensão das atividades que o servidor desenvolve.

Apresenta conhecimento insatisfatório das atividades que lhe são atribuídas.                 

(    )

Conhece totalmente as rotinas do seu trabalho, buscando ampliar sempre os conhecimentos.     

(    )

Possui conhecimentos para o bom desempenho de suas atividades, mas não procura aperfeiçoá-los.

                               (    )                                      

 Algumas vezes apresenta dificuldade na execução das tarefas, necessitando orientação.     

(    )

Relacionamento  Interpessoal

 

Considere o grau de interação e respeito com que trata os colegas, a chefia e o público em geral. 

Sua grande qualidade de relacionamento faz dele uma pessoa simpática e agradável, permitindo uma convivência harmoniosa no setor de trabalho e o público em geral.               (    )

 Embora seja uma pessoa um pouco introvertida, o relacionamento que mantém com os colegas não interfere na harmonia do setor de trabalho.     

(    )

 O relacionamento que mantém com as pessoas, às vezes, interfere na harmonia do seu setor de trabalho. É criticado pela maneira como trata os colegas e o público em geral.  (    )

 Tem bom relacionamento com os colegas, a chefia e o público em geral, colaborando com o grupo quando solicitado.     

 

(    )

Criatividade

 

Considere a  capacidade de inovação a partir dos recursos disponíveis, enriquecendo a rotina de trabalho.

 

Estagnou na maneira de utilizar os recursos de que dispõe. Sua falta de criatividade determina uma conduta rotineira que empobrece a forma pela qual desempenha seu trabalho.     

 

 

(    )

Reluta em aceitar situações nas quais seja necessário adotar uma atitude criativa. Tem tendência a acomodar-se a formas já conhecidas de trabalho. Aceita as inovações, embora não apresente a iniciativa de promovê-las.                        (    )

Está voltado para o aproveitamento dos recursos disponíveis, visando à adoção de formas mais criativas de trabalho. Tenta enfrentar suas dificuldades de maneira a procurar sempre novas opções para modificar rotinas ineficientes.           (    )

Tem uma sensibilidade privilegiada ao focalizar e tirar o melhor proveito possível dos recursos de que dispõe. Encontra sempre uma forma nova  de lidar com a rotina de trabalho.           

    (    )

Trabalho em Equipe

 

Considere a predisposição do servidor em colaborar efetivamente com o grupo de trabalho, levando em conta as necessidades do setor.

Seu entusiasmo em colaborar com colegas e chefes é reconhecido por todos. Não poupa esforços em ajudar os outros.     

(    )

Colabora sempre que é solicitado. Procura desenvolver atitude de trabalho em equipe.     

 

 

(    )

Nunca se sabe se está disposto a colaborar ou não. Prejudica os outros por falta de coleguismo e cooperação.     

(    )

Não sabe trabalhar em equipe. Não colabora nem se interessa em servir a quem quer que seja.     

 

(    )

Espírito Crítico/Capacidade de Análise

 

Considere a facilidade com a qual percebe os dados do problema que deve resolver e da rapidez de raciocínio com a qual chega às soluções.

 

É incapaz de ver os dados evidentes e simples. Não percebe as dificuldades que tem.      

 

 

 

 

(    )

A percepção que tem lhe dá uma visão adequada da importância e características dos problemas a serem resolvidos. Tem espírito crítico.     

 

(    )

Parece não ter suficiente habilidade para perceber os dados de problemas mais complexos. Seu espírito crítico é insuficiente encontrar as melhores soluções para os problemas que deve resolver.(    )

Tem tal sensibilidade ao analisar um problema que consegue atinar com a melhor solução possível. É ágil e rápido no raciocínio.     

 

 

(    )

Liderança

 

Considere a  capacidade do servidor em promover e manter o espírito de equipe, conduzindo pessoas ou grupos à realização de tarefas.

Revela total capacidade de despertar nos demais uma participação efetiva na realização das tarefas.     

 

(    )

Nem sempre é capaz de promover o espírito de equipe, dificultando a realização das tarefas.     

 

 

(    )

Revela boa capacidade para conduzir o grupo de trabalho, buscando bons resultados na realização das tarefas.     

 

(    )

Revela total inabilidade para conduzir as pessoas ou o grupo de trabalho, desmotivando-os para a realização das tarefas.                  (    )

* A SER PREENCHIDO POR TODOS OS SERVIDORES, INCLUSIVE CHEFIAS.

 

FATORES DE AVALIAÇÃO II*

NOME DA CHEFIA

 

DATA DA DESIGNAÇÃO

   _____/______/_______

 

DESCRIÇÃO DOS FATORES

GRADUAÇÃO DOS FATORES

 

A

B

C

D

Planejamento e Organização 

 

Considere a capacidade de estabelecer objetivos e metas que proporcionam maior desenvolvimento  na sua área de atuação, assim como a definição de estratégias de execução segundo as diretrizes da Instituição.

Consegue estabelecer objetivos e metas que facilitam o desenvolvimento da sua área de comando,   porém não consegue implementar estratégias que compatibilizam com as diretrizes Institucional.     

(    )

Estabelece, parcialmente, objetivos e metas, agindo por circunstâncias e aplicando estratégias repentinas, conforme as exigências da Instituição.      

 

(    )

Estabelece objetivos e metas não tão claras que dificultam o desenvolvimento da sua área de comando. Aplica estratégias de execução conforme as diretrizes da Instituição.     

 

(    )

Estabelece objetivos e metas, assim como a definição e execução das estratégias, desenvolvendo sua área de atuação em conformidade com as diretrizes da Instituição.     

 

(    )

Comunicação

 

Considere a habilidade em saber ouvir e fazer-se entender, transmitindo de maneira clara e objetiva, as instruções e idéias.

 

Apresenta grande dificuldade de expressão, não conseguindo se fazer entender pelos demais.               

 

 (    )

Comunica-se, através de ordens escritas e com pouco diálogo com a equipe de trabalho, presentando algumas dificuldades em fazer-se entender.      

(    )

Domina qualquer tipo de relacionamento, equilibrando o processo comunicativo, ouvindo e se fazendo entender com propriedade.

(    )            

Tem recursos pessoais para se fazer entender, sabe como conseguir dos demais  a comunicação.      

 

 

(    )

Tomada de Decisões/  Imparcialidade

 

Considere a atitude  adotada na resolução de problemas de pessoal usando critérios justos e evitando condicionar sua opinião às suas próprias conveniências, bem como à dos demais.

É coerente e justo na forma de avaliar seus subordinados. Só toma medidas com relação ao seu pessoal quando tem plena certeza de que domina todos os pontos indispensáveis a um julgamento criterioso. Conhece seu pessoal.          (    )

Nunca deixa dúvidas quanto aos bons critérios que usa em julgar seu pessoal. Seu nível de objetividade inspira segurança tanto nos que dele dependem como em todos os que a ele recorrem para esclarecer uma avaliação feita.      (    )

Apresenta incoerência de julgamento que muitas vezes fere as pessoas por ele avaliadas. Apesar de ser bem intencionado não conseguiu atingir um padrão de justiça e ser bem aceito por todos que avalia.     

 

(    )

Falta-lhe senso de justiça nas medidas que toma frente às pessoas. Não se pode confiar nele por ser parcial e se deixar levar por simpatias e antipatias. É subjetivo em seus julgamentos. Seus subordinados se queixam da sua parcialidade.         (    )

* PARA  AVALIAÇÃO DE SERVIDORES QUE EXERCEM CHEFIA, POR MAIS DE 6  MESES.

 

OUTROS FATORES DE AVALIAÇÃO*

 

A partir do consenso feito na Avaliação de Desempenho sugerir, se necessário, algumas medidas que possam ser tomadas para melhorar o desempenho do subordinado. Exemplo: Treinamento, cursos, estágios ou visitas técnicas para facilitar o seu aprimoramento funcional e comportamental.  Justifique sua resposta. Evite eventos que não se enquadram com as atividades realizadas pelo subordinado.

 

 

 

Para melhorar o desempenho do servidor na Instituição, é necessário que ele seja removido do seu setor de trabalho ou ser encaminhado para serviços assistenciais? Indique o motivo.

 

 

 

Fale sobre a relação profissional entre avaliador e avaliado.

 

 

 

*  AS QUESTÕES REFEREM-SE AOS SUBORDINADOS E DEVERÃO SER RESPONDIDAS PELA CHEFIA  DO SERVIDOR.

 

 

APÊNDICE 2

 

UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA

DIRETORIA DE RECURSOS HUMANOS

SERVIÇO DE DESENVOLVIMENTO DE PESSOAL

 

 

ACOMPANHAMENTO DE DESEMPENHO DO SERVIDOR

IDENTIFICAÇÃO DO SERVIDOR

NOME:

 

MATRÍCULA/UFV:

 

CARGO:

 

NÍVEL:

LOTAÇÃO:

 

DATA PROMOÇÃO:  /     /     /

PERÍODO DO ACOMPANHAMENTO:

De            /          /          a           /          /

Assinatura e Carimbo da Chefia Imediata ou Responsável

INSTRUÇÕES: O formulário objetiva auxiliar as chefias no processo de Avaliação de Desempenho, não deixando que aspectos positivos e negativos do desempenho do servidor sejam esquecidos. Nos aspectos positivos, anote as tarefas bem cumpridas, dentro dos prazos estabelecidos, as colaborações para o desenvolvimento do Órgão e outros fatos relevantes do desempenho. Nos aspectos negativos, anote as faltas, atrasos, tarefas mal cumpridas, suas causas e outros fatos que prejudicam.

ASPECTOS POSITIVOS

ASPECTOS NEGATIVOS

DATA

OCORRÊNCIA

DATA

OCORRÊNCIA