Possibilidades e Limites da Ação do Supervisor Educacional no Cotidiano Escolar do Município de Viçosa-MG.

 

 

Márcia Ferreira Rocha[1]

Cristiane Moraes Marinho[2]

Ivie de Cerqueira Miranda[3]

Fernanda Helena Cabral de Paula[4]

 

 

Essa pesquisa, teve como objeto central de análise, a prática cotidiana dos supervisores pedagógicos, bem como seus limites e possibilidades de ação. Atualmente, existem diversas correntes de pensamento que se propõem a discutir a função e a atuação do supervisor nas diversas áreas pedagógicas. A origem da Supervisão no Brasil está ligada aos acontecimentos históricos internacionais, oriundos da guerra fria na disputa de poder entre os blocos capitalista e socialista. Neste contexto, os Estados Unidos firmam diversos acordos com os países latinos. No campo da educação, tais acordos deram origem, entre outras coisas, à Supervisão Educacional no Brasil, surgindo em Minas Gerais, através do Programa de Assistência Brasileira Americana ao Ensino Elementar (PABAEE), sendo posteriormente implantada nos demais Estados brasileiros, com o objetivo de controlar e fiscalizar o sistema de ensino. O presente estudo teve como objetivo analisar a função oficial do supervisor, bem como sua ação real no ambiente escolar a partir da ótica dos professores de escolas municipais de Viçosa/MG.

O estudo foi realizado em três escolas do ensino fundamental, tendo como sujeitos três supervisoras e dezoito professores em exercício nessas escolas. A partir das orientações teórico-prática da pesquisa qualitativa, utilizou-se como instrumento de coletas de dados o levantamento documental e bibliográfico, observações, questionários e entrevistas, com o intuito de analisar a prática quotidiana das supervisoras a partir de suas relações com os demais atores do processo educacional. O uso desses instrumentos metodológicos constituiu-se num procedimento importante para a realização dessa pesquisa, por tratar-se de recursos necessários para conhecer e confrontar a realidade vivenciada no cotidiano escolar por seus diferentes sujeitos.  

 

 

 

Márcia Ferreira Rocha Alojamento velho, 1121 - Campus UFV – CEP 36571-000 – Viçosa/MG       E-mail: marciafr@loja.net tel: 3899-3585 fax 3899-2021

Cristiane Moraes Marinho Alojamento novo, 824 - Campus UFV – CEP 36571-000 – Viçosa/MG  E-mail: criufv@hotmail.com  tel: 3899-3154 fax 3899-2021

Ivie de Cerqueira Miranda Travessa César  Santana E-mail: iviecm@bol.com.br tel: 3891-9898 fax 3899-2021

Fernanda Helena Cabral de Paula Rua Dr. João Alfredo 180/102 Bairro de Ramos – CEP 36570-000 Viçosa/MG  E-mail: fernandahcp@globo.com.br tel: 3892-4651 fax 3899-2021

 

 

            Referencial Teórico

 

 

Este projeto tem como objetivo analisar a função oficial do supervisor/coordenador pedagógico, bem como sua ação real no ambiente escolar a partir do olhar dos professores de algumas escolas municipais da cidade de Viçosa - MG.

Atualmente, existem diversas correntes de pensamento que se propõe a discutir a função e a atuação do supervisor/coordenador nas diversas práticas pedagógicas. Neste contexto, dois autores se destacam: José Falcão Filho e Oder José dos Santos.

O primeiro autor defende a supervisão a partir de uma nova prática do supervisor, pois este precisa ter uma consciência de sua competência política, humana e técnica dentro da escola:

 

''Essas três competências interagem entre si, e se interpenetram num processo circular e em qualquer situação em que se encontrar o supervisor, ele deverá ser capaz de utilizar as três competências, pois em primeira diz respeito ao lugar teoricamente demarcado pela superação entre os trabalhadores do ensino e os meios de trabalho e a organização do processo de trabalho, cujo lugar deve ser preenchido pelos gestores do processo de ensino, isto é, por aqueles que têm por função produzir os procedimentos técnico-pedagógicos e organizar e controlar o processo de trabalho docente. A segunda decorrente da primeira, refere-se ao fato de, usualmente, esses procedimentos técnicos na sua mais ampla acepção serem considerados como neutros" (FILHO, 1987: s/p).

 

A origem da supervisão no Brasil está ligada aos acontecimentos históricos internacionais. Os Estados Unidos e a extinta União Soviética, em disputa pelo poder mundial, declaram a Guerra Fria, onde o mundo passa por uma bipolarização: de um lado o Bloco Socialista e do outro, o Bloco Capitalista.

Os Estados Unidos, temendo uma expansão dos países socialistas, traçam planos de ajuda aos países da América Latina. O Brasil, em 1957, tinha como presidente Juscelino Kubitschek, quando começou a funcionar oficialmente os acordos de ajuda firmados entre o MEC (Governo de Minas Gerais) e pelo diretor da United States Operation Mission to Brazil. Dentre estes acordos, surge em Belo Horizonte a Supervisão Escolar, através do Programa de Assistência Brasileira Americana ao Ensino Elementar (PABAEE).

A capacitação dos professores brasileiros, para a implantação dos cursos de formação de supervisores, era realizada a partir de um intercâmbio entre o Brasil e os Estados Unidos, onde iam para se especializarem.

Faz-se necessário ressaltar que não ocorreu uma preparação adequada dos profissionais da educação na implantação da supervisão escolar no Brasil, visto que o material didático utilizado nesta preparação não era de acordo com a realidade do país.

Cabe-nos questionar porque o sistema educacional brasileiro precisava de um especialista como este que garantisse a inserção das ideologias do Estado no mesmo. Este período da história brasileira é marcado pelo conflito entre burguesia e proletariado. Neste sentido, a educação é vista enquanto um perigo pela burguesia e um instrumento de libertação para o proletariado. Assim, a educação era vista como algo que deveria ser controlado, manipulado em prol da manutenção dos interesses da classe dominante, minimizando os conflitos sociais através de uma série de ideologias que buscavam a conformação das massas, concretizando a hegemonia liberal.

 

A educação é um aspecto de uma totalidade social desse mesmo antagonismo que ocorre no setor de produção, dentro do sistema capitalista gerado pela bipolaridade: controle X não controle, propriedade X não propriedade dos meios de produção. Neste contexto, a educação passa a ser instrumento de dominação pela divisão entre os que sabem e os que fazem (NOGUEIRA, 1989:22).

 

É assim que a postura fiscalizadora dos supervisores passa a não ser aceita pelos professores, nas escolas, pois estes se sentiam vigiados em sua prática, e desvalorizados quando o supervisor lhes impunha qual o conteúdo que deveria ser ministrado e como este deveria ser. Mas é pertinente ressaltar que a figura do supervisor foi projetada ideologicamente para ter conotação de inovadora, modernizadora, introdutora de novos métodos e técnicas de ensino. A supervisão por si só já condiciona um modelo de relação autoritária, prejudicial aos objetivos educacionais, já que esta relação se dá num contexto organizacional, no qual o supervisor ocupa uma posição de mando em relação aos professores (FILHO, 1987:31).

Ainda hoje, encontra-se supervisores com a mesma postura fiscalizadora, controladora da época do seu surgimento aqui no Brasil, e por causa desta destorcia entre as suas funções oficial e real, é que vários autores defendem a sua extinção, pois estariam as escolas gastando além do espaço físico, dinheiro com um profissional que deixa lacunas em seu trabalho desenvolvido. Além disso, qualquer outro profissional da educação estaria habilitado para realizar o trabalho do supervisor, com competência.

Mas será que realmente se faz necessária a extinção do supervisor e de um curso de formação de especialistas da educação, ou apenas uma mudança de conduta e filosofia destes? De acordo com a resolução n0 7.150 de 16 de junho de 1993, da Secretaria da Educação do Estado de Minas Gerais art. 10 "É papel específico do Especialista de Educação (Supervisor ou Orientador Escolar) articular o trabalho pedagógico da escola, coordenando e integrando os trabalhos dos coordenadores de área, dos docentes, dos alunos e de seus familiares em torno de um eixo comum: o ensino-aprendizagem pelo qual perpassam as questões do professor, do aluno e da família".

 

“Só o pedagogo, com sua formação ao mesmo tempo abrangente e específica, não só do processo ensino-aprendizagem, mas também de todo o processo educativo desenvolvido pela escola, tem condições de coletar e classificar as informações decorrentes da vida dos alunos e de suas famílias e do contexto político-sócio-econômico no qual vivem. Essas informações são fundamentais para o sucesso do trabalho docente” (FILHO,1987:32).

 

Tendo como referência esta Resolução da Secretaria de Estado de Minas Gerais, qual outro profissional, além do supervisor escolar, estaria realmente capacitado a realizar esse elo de ligação entre professor, aluno e família?

De acordo com Marta Nogueira, "duas concepções de educação coexistem e lutam pela hegemonia: educação conservadora reprodutora - que leva a uma prática educativa reacionária mantenedora do capitalismo - e educação transformadora - que leva a uma prática educativa revolucionária, pretendendo a criação de nova forma de sociedade". A prática educativa do supervisor vai de encontro com a concepção de educação que este tem consciência.

 

 

 

 

Problema

 

 

            Não podemos observar a função do supervisor/coordenador de forma estanque, isolada do seu contexto e de sua realidade, isto porque a função que este profissional desempenha no ambiente escolar é conseqüência de um contexto maior: sócio-histórico, político e cultural, o que pode ser observado pelo crescente abandono do sistema público de educação brasileiro, haja vista a falta de recursos financeiros, ausência de profissionais qualificados, diminuição gradativa do quadro de funcionários, infra-estrutura precária, excesso de alunos em sala de aula e defasagem salarial de professores e funcionários entre tantos outros problemas que não caberia aqui enumerar.

            Como pode ser confirmado por CAMPOS, 1985:24

 

“O que significa, hoje, administrar uma escola de 1º grau numa área de periferia? Significa, entre outras coisa, lidar com a crônica falta de verbas, de funcionários, de condições materiais mínimas para o “processo ensino-aprendizagem”. E esta realidade tem implicações imediatas para as especialistas que se voltam para as diversas campanhas: “rainha do milho”, “da primavera”, etc., cuja finalidade é arrecadar fundos para substituir verbas que deveriam vir do Estado”.

 

            Dessa forma o poder público, através de seus aparelhos ideológicos, vem promovendo e incentivando entre outras coisas o trabalho voluntário na educação, em campanhas como: “adote um analfabeto” e “amigos da escola”. Tais iniciativas demonstram claramente a tentativa do poder público em “lavar as mãos”, descomprometendo-se abertamente com o financiamento e manutenção da escola pública.

            A escola neste contexto, convive com uma crise que compromete todo o seu funcionamento, acarretando a seus atores diversas atribuições que não são as suas específicas, neste sentido cabe questionarmos na visão dos professores, há coerência entre a função oficial e a função real desempenhada pelo supervisor/coordenador no cotidiano escolar?

            Tal questão se justifica, quando de um lado, observamos o papel que alguns supervisores/coordenadores vem desempenhando nas escolas: diciplinário, professor eventual, enfermeira, bibliotecária, etc. e, de outro, enquanto estudantes do curso de Pedagogia no qual podemos observar incoerência entre as funções atribuídas a este profissional e as que ele realmente desempenha.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Objetivo

 

            Analisar a função oficial do supervisor/coordenador pedagógico, bem como a sua ação real no ambiente escolar a partir do olhar dos professores de algumas escolas municipais da cidade de Viçosa - MG.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Metodologia

 

 

            Esta pesquisa está calcada numa abordagem de investigação qualitativa, que segundo BODGAN e BIKLEN (1982) “envolve a obtenção de dados descritivos, obtidos no contato direto do pesquisador com a situação estudada, enfatiza mais o processo do que o produto e se preocupa em retratar a perspectivas dos participantes” (APUD: ANDRÉ e LUDKE, 1986:13).

            A adoção da pesquisa qualitativa se justifica pelas características de tal metodologia, como apontam BOGDAN e BIKLEN, citados por ANDRÉ e LÜDKE (1996:11-13):

1- A pesquisa qualitativa tem o ambiente natural como sua fonte direta de dados e o pesquisador como o seu principal instrumento.

2- Os dados coletados são predominantemente descritivos.

3- A preocupação com o processo é muito maior do que com o produto.

4- O “significado que as pessoas dão às coisas e à sua vida são focos de atenção especial pelo pesquisador.

5- A análise dos dados tende a seguir um processo indutivo.

            Para analisar as questões centrais arroladas neste projeto e atender aos objetivos propostos, serão utilizados os seguintes procedimentos metodológicos:

            - Levantamento documental e bibliográfico;

            - Realização e análise das entrevistas com os diferentes sujeitos inseridos no contexto escolar.

            A entrevista será utilizada enquanto um recurso de análise, na medida em que o procedimento utilizado para analisar a realidade escolar, a prática cotidiana dos supervisores/coordenadores, bem como a sua relação com os demais atores do processo educacional, não pode ser analisado somente a partir de dados oficiais uma vez que tais dados possam ter sido encomendados e modelados, conforme a imagem que os sujeitos pretendam perpetuar.

            Desse modo, o uso da entrevista com os supervisores e professores constitui-se num procedimento metodológico importante para a realização dessa pesquisa, por tratar-se de um recurso necessário para conhecer e confrontar a realidade vivenciada no cotidiano escolar pelos dois sujeitos.

            Ainda sobre a abordagem da investigação qualitativa, é importante ressaltar que esta pressupõe “que o mundo seja examinado com a idéia de que nada é trivial, que tudo tem potencial para constituir uma pista que nos permita estabelecer uma compreensão mais esclarecedora do nosso objeto de estudo” (ALVAREZ et al., 1994:49). São estes princípios de abordagem e método que balizarão esta pesquisa.

            Para tanto foram selecionadas três escolas do município de Viçosa/MG. Nas quais três supervisoras foram entrevistadas e um total de 18 professoras receberam um questionário e o devolveram devidamente respondidos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Resultados e Discussões

 

 

Após análise dos dados obtidos através de entrevistas, questionários e do estudo da Resolução n.º 7.150 de 16/06/93, pudemos constatar que as supervisoras entrevistadas aparentam possuir noção das funções que lhes são atribuídas, no entanto, desconhecem a Resolução que as estabelecem, dessa forma elas acabam por atribuir-se funções que não lhes cabem  (bibliotecária, professora eventual, disciplinária, secretária) e esquivam-se de algumas atribuições estabelecidas no documento acima citado (coordenar a elaboração do currículo pleno da escola envolvendo a comunidade escolar, articular os docentes no trabalho técnico-pedagógico da escola, envolver a família no planejamento e desenvolvimento das ações da escola, oferecer apoio às instituições escolares de discentes, estimulando a vivência da prática democrática dentro da escola).

Foi ainda possível identificar a partir dos questionários respondidos pelas professoras  três perfis de supervisoras diferentes: a autoritária (acha  que as professoras não tem conhecimento e são despreparadas, por isso, entrega tudo pronto a elas sem consulta prévia), a insegura (acha-se incapaz de desenvolver seu trabalho sozinha, precisando sempre do auxílio de terceiros, delegando sempre que possível suas funções), e a “boazinha” (faz tudo que as professoras lhe pedem, mesmo não sendo sua função).

Das supervisoras entrevistadas duas eram novatas na função, demostrando inexperiência e dificultando a análise da relação desta com as professoras. A que já tem mais tempo de profissão, enfrenta uma série de resistências por parte das professoras, devida a sua postura autoritária frente a estas.

Em relação as professoras, enfrentamos dificuldades na realização das entrevistas, devido a falta de tempo destas, pois se encontravam ocupadas em suas atividades, por isso, acabamos optando pela entrega de um questionário que deveria ser respondido e devolvido.

Um enorme entrave que enfrentamos neste processo, foi a nossa necessidade de intermediação com as professoras através das supervisoras, as quais acabaram influenciando as respostas destas, uma vez que aquelas recolheram os questionários junto as professoras.

O questionário distribuído entre as professoras causou insegurança nas supervisoras em relação ao que estas poderiam  vir a responder sobre o seu trabalho. Um fato no mínimo curioso, é que um questionário foi apagado e sofreu alterações e outro, que uma professora se negou a responde-lo alegando falta de tempo.

Através das respostas obtidas nos questionários, percebemos que as professoras não conhecem a Resolução que regulamenta a função do supervisor/coordenador. Muitas acham  que a função deste é importante para o bom desempenho do seu trabalho, mas não podem analisá-lo quanto a sua prática pedagógica,  já que trabalham juntos a pouco tempo.

É de grande relevância o fato de que mesmo desconhecendo a existência do documento citado, a maioria das professoras são capazes de identificar o que não é função específica do supervisor/coordenador.


Conclusões

 

 

Como conclusão observamos que existe na sociedade brasileira um conflito entre aquilo que se atribui oficialmente enquanto função específica do supervisor/coordenador pedagógico e aquilo que realmente acontece no interior de nossas escolas municipais.

A legislação atual, bem como a formação oferecida nos cursos de Pedagogia destoa enormemente das práticas pedagógicas exercida historicamente pelos supervisores/coordenadores. O contexto de desmonte da escola pública é outro empecilho que dificulta ainda mais o desenvolvimento do trabalho pedagógico destes profissionais.

O supervisor/coordenador vive em meio de constantes contradições, entre aquilo que ele pensa e aquilo que lhe é possível  realizar, entre a sua prática e a sua teoria, entre a necessidade de articular os diferentes atores do processo educativo e a rejeição que este sofre por parte destes, e outra contradição vivenciada pelo supervisor/coordenador é o dilema entre o que o sistema lhe impõe e aquilo que a realidade escolar requer.

A relação entre os supervisores e professores é ambígua marcada oficialmente por um discurso de confiança, compromisso, participação, diálogo, democracia, aconselhamento, orientação entre outros, no entanto, o que observamos, é que na prática há um clima de desconfiança, insegurança, descontentamento e omissão, que perpassam todas as relações estabelecidas dentro e fora do universo escolar.

Podemos afirmar, com convicção, que nem os supervisores/coordenadores e nem os professores tem clareza sobre a função oficial que deve ser exercida pelo supervisor/coordenador, pois ambos desconheciam a Resolução n.º 7.150 de 16/06/93, neste sentido constatamos uma incoerência entre aquilo que a legislação estabelece enquanto função do supervisor/coordenador, aquilo que abertamente este profissional assume enquanto sua função mesmo desconhecendo a referida Resolução e aquilo que realmente no cotidiano escolar este executa.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Bibliografia

 

 

ANDRADE, Narcisa Veloso de. Supervisão em Educação. Rio de Janeiro. Ed. Livros técnicos e Científicos S/A 1976.

 

ANDRÉ ,  Marli E. D. A.  Texto, contexto e significados: algumas questões na análise de dados qualitativos. São Paulo, Cadernos de Pesquisa da Fundação Carlos Chagas (45), maio, 1983.

 

ANDRÉ, Marli E. D. A. e LÜDKE, Menga. Pesquisa em Educação: Abordagens Qualitativas. São Paulo: Ed. EPU,1986.

 

ALVAREZ, M. J, SANTOS, S. B.  e BATISTA, T. M. Investigação qualitativa em Educação. Portugal: Ed. Porto Ltda., 1994.

 

CAMPOS, R. C. Especialistas em Educação: Ideologia e Cotidiano. Revista da Educação. UFMG. Belo Horizonte, (2): 19 - 27. Dez.  1985.

 

DAOLIO, Waldemir Agenor. Novos Rumos da Supervisão. São Paulo. Ed. Estrutura. S/D.

 

FALCÃO FILHO, José Leão M. As Relações entre o Supervisor Pedagógico e os Professores: Passado, Presente e Futuro. Revista Amae Educando. Belo Horizonte, n.º 189,  p. 31-38 ago. 1987.

 

___ Réquiem para um curso? Fórum Educação. Rio de Janeiro, 14(2): 95-106. Mar./Maio 1990.

 

___ Supervisão: Uma Análise das Críticas. Coletânea Vida na Escola: Os Caminhos e o Saber Coletivo. Belo Horizonte, p. 42 - 49, maio/94.

 

NOGUEIRA, Martha Guanes. Supervisão Educacional - A Questão Política. Edição Loyola - Coleção Educar. São Paulo. 1989.

 

SANTOS, Oder José dos. A organização do trabalho docente - 1990.

 

 



[1] Graduanda do Curso de Pedagogia da Universidade Federal de Viçosa

[2] Graduanda do Curso de Pedagogia da Universidade Federal de Viçosa

[3] Graduanda do Curso de Pedagogia da Universidade Federal de Viçosa

[4] Graduanda do Curso de Pedagogia da Universidade Federal de Viçosa