literatura no ensino médio: uma análise pedagógica

 

 

            Este trabalho partiu da pesquisa intitulada “Literatura no Ensino Médio: uma análise pedagógica”, que visa analisar e comparar os métodos adotados no ensino de Literatura, em algumas escolas de Ensino Médio de Viçosa, verificar as dificuldades enfrentadas por quem trabalha nessa área, além de propor possíveis alternativas de ensino de Literatura para contornar os problemas constatados.

            Para atingir tais objetivos, fez-se revisão bibliográfica, para embasamento teórico, e realizaram-se entrevistas com os professores e com os alunos de Literatura. Com base nas reflexões de diferentes autores e sondagens nas escolas, fez-se um estudo comparativo das diferentes metodologias de ensino de Literatura; e a partir dos dados obtidos, foi possível reunir estratégias que podem colaborar para a qualidade do ensino e para a aprendizagem de Literatura.

            Embora este estudo não tenha sido financiado por nenhum órgão de apoio à pesquisa e  tenhamos encontrado empecilhos durante as sondagens nas escolas, obteve-se um corpus bastante significativo para uma análise da prática do ensino da Literatura. Durante as sondagens nas escolas, verificou-se uma grande preocupação por parte de alguns educadores em relação à presença do pesquisador. Alguns professores recusaram-se a falar sobre o assunto e outros optaram por não responder o questionário que fora aplicado, o que dificultou, em parte, a realização desta  pesquisa. Essa preocupação evidencia a necessidade de se discutirem os problemas e de se criarem novas estratégias que possam orientar, na prática,  professores de Literatura, com intuito de despertar no aluno o gosto literário, contribuindo, assim, para o leitor de modo geral.

            Portanto, neste trabalho não se discutirão as diversas tendências pedagógicas como estruturalismo, construtivismo e tantas outras posturas que, todavia, merecem respeito e debate. Serão discutidos métodos de ensino capazes de despertar no aluno o prazer pela leitura a partir da aprendizagem em Literatura. Essa tarefa exige do professor dedicação exclusiva.

            Vale ressaltar ainda que o conhecimento de obras literárias ajuda na produção de textos. Na Universidade de Santa Catarina, por exemplo, a redação de um dos vestibulandos - que se baseou em uma obra de Machado de Assis - mereceu destaque pelo conteúdo com um toque de ironia machadiana. A redação desse candidato foi escolhida para ser publicada no livro intitulado Desmistificando a redação, publicado pela Universidade Federal de Santa Catarina. Das redações de 1996, e entre outras redações escolhidas aleatoriamente pela equipe encarregada de elaborar esse livro, essa foi selecionada para se fazerem comentários, pois, embora as outras redações estivessem bem escritas, a redação desse vestibulando destacou-se pelo conteúdo argumentativo e criativo.

 O texto, intitulado “Filhos, tê-los ou não tê-los?”, foi publicado na página 60 do referido livro. Além de apresentar carecterísticas da obra machadiana, tal redação remete também ao poema de Vinícios de Moarais, “Poema Enjoadinho”. Infere-se a importância da leitura dos clássicos, como Machado, que a maioria dos estudantes chama de “Machato”. Percebe-se, também, a necessidade de se basear em estudos teóricos, buscando caminhos e orientações que possam conduzir na prática, professores de Literatura para um ensino eficiente e motivador.

 

 

 

 

 

 

como vai o ensino da literatura ?

 

            Embora a prática do ensino da Literatura seja assunto sobre o qual vários teóricos venham há muito discutindo, na perspectiva de ensinar estratégias que aprimorem o ensino da Literatura e de propor livros que despertem o interesse dos alunos pela leitura, esta não atingiu ainda um estado ideal, já que até mesmo pessoas de nível superior lêem pouco ou quase nada.

            Analisando diferentes textos teóricos relacionados ao tema, observou-se que há diferentes modos de abordagem sobre a questão do ensino de Literatura mas de modo geral deixam transparecer a necessidade de se criarem novas técnicas no ensino dessa disciplina.

            Verificou-se que o ensino tradicional da Literatura vigente em escolas de Ensino Médio em algumas escolas de Viçosa é feito com  ênfase em aulas expositivas, fundamentadas em livros didáticos que apresentam uma abordagem cronológica, baseada em panoramas históricos e características de estilos de épocas, sem se deter, diretamente, na “leitura” de textos literários.

            Observou-se ainda a tendência  para um ensino da Literatura abstrato, fragmentado e desvinculado da realidade do aluno sem uma análise crítica dos textos e autores. A prática mais usual se detém em autores canônicos, para  exemplificação de determinada "escola" em que se inserem. As respostas dos alunos ao questionário aplicado evidenciam a existência de um bloqueio dos adolescentes que não gostam do que lêem na escola, porque a leitura recomendada não lhes  desperta o interesse.

            Quanto aos professores, percebeu-se uma grande preocupação quanto ao cumprimento do Programa do curso. E como a Literatura se acha inserida na Língua Portuguesa, acabam por dar prioridade à última. Alegam que, além do curto prazo para se cumprir  todo o Programa, a matéria vem muito reduzida no livro didático. Entretanto constatou-se que muitos professores superam as limitações do livro didático pela produção do seu próprio material de trabalho em sala de aula. Admitem que, se não conseguem despertar nos alunos o gosto pela leitura, pelo menos conseguem despertar-lhes uma consciência  de leitura crítica.

 

 

 

 

 

onde estão os burocratas educacionais ?

 

            Pelos documentos legais que regem o ensino no Brasil, como é sabido por todos, a Literatura acha-se inserida na área de Língua Portuguesa. Com isso, a Literatura tem servido apenas como texto de estudo da linguagem. Essa orientação é a que predomina na maioria dos livros didáticos e na conduta de alguns professores, que identificam ensino literário com análise gramatical, estudo do estilo do ponto de vista da estilística, análise sintática ou levantamento de vocabulário. É por isso que a escola transforma obras de grandes escritores, como Machado de Assis, em verdadeiros suplícios para os jovens. Segundo Maria da Glória Bordini:   

 

A escola não permite a entrada no mundo dos livros de forma completa e sim cortando aos pedaços, como no livro didático. Ensina-se literatura para aprender gramática, para revisar a História, a Sociologia, a Psicologia e para redigir melhor. Tornando-se matéria para adornar outras ciências, o texto literário descaracteriza e afasta de si o leitor (Bordini: 1989, p. 9).

 

            Pode-se dizer, então, que o poder de sedução da literatura, que poderia contribuir para a formação do leitor geral, esvazia-se pelas distorções escolares e acarreta numa influência negativa sobre os possíveis jovens leitores. O escritor Osman Lins, um dos primeiros a inquietar-se com os problemas relacionados ao ensino da Literatura no Brasil, manifesta pensamento semelhante a esse respeito. Segundo ele, a forma simplista como é ensinada a Literatura provoca uma apatia geral nos alunos, massacrados por uma teoria aplicada no vazio, já que a experiência do aluno com o texto literário é mínima

            Essa deformação do estudo literário foi consagrada  pela diretriz que regulou o ensino de Português no curso secundário, ao fundir o aprendizado da Língua Portuguesa com o de Literatura. É o Programa vigente, desde 1943, para os cursos do Ensino Médio e Fundamental.

            Com isso, constatou-se que tal erro tem sido de duplas e funestas conseqüências, pois nem se dá atenção ao ensino da linguagem nem ao da Literatura, e o aluno não aprende uma e detesta a outra:

 

       Dado que a matéria literária é fundida no ensino de linguagem, torna subsidiária do mesmo. Portanto não há interesse especialmente literário no ensino de literatura. (...). O ensino da linguagem visa a capacidade de usar a língua como instrumento de comunicação, enquanto o da literatura pretende acentuar o aspecto estilístico e moral da obra e desenvolver hábitos não profissionais de leitura (Coutinho: 1952, p. 24-25).

 

            Assim, tal como está o Programa, a Literatura fazendo parte da disciplina de Português, a subordinação de objetivos é evidente da primeira a segunda, com graves danos para a formação literária, sem que se obtenha o menor benefício, como pode testemunhar quem quer que tenha experiência de ensino na área de Literatura e Língua Portuguesa. Nas palavras de uma das professoras de classe:

            O Programa é muito extenso, não tem como trabalhar todas as obras com os alunos. E como a Literatura se acha inserida na disciplina Língua Portuguesa, dou prioridade a esta.

            Por isso, seria coerente propor a modificação do sistema, separando-se as duas disciplinas e os dois programas. Isso consiste em transformar a Literatura em disciplina autônoma no currículo secundário, para que se desvincule o ensino de Língua Portuguesa à base de textos literários e vice-versa. Na opinião de alguns professores, o ideal seria um currículo mais flexível, que veja a realidade em sua totalidade, proporcionando a tão almejada formação integral do aluno:

            Um currículo que se paute apenas pela lógica da transmissão de saberes não basta (...) precisamos de um currículo mais amplo, mais democrático, que dialogue com a realidade.

            Mas é também verdade que com toda precariedade das condições atuais, constatou-se que há muitos professores que buscam superar as limitações do livro didático pela produção de seu próprio material de trabalho em sala de aula. Mas, embora considerando que alguns desses professores despertam em certos alunos o gosto pela literatura e pela leitura consciente, temos também de admitir que a influência escolar, nesse campo, é limitada. Como se pode verificar em uma das respostas dadas por alunos de Literatura ao questionário:

Apenas uma aula por semana fica meio esquecido, não só a Literatura mas o Português, a gramática e a redação. São matérias tão importantes e seu lugar é tomado por matérias de pouca importância como EA/EF/ER. Acho isso um problema que deveria ser repensado pelo governo e pela direção da escola.

E para que assim não seja, não basta mudar  os programas e o currículo, é preciso mudar também os métodos de ensino que, segundo Afrânio Coutinho, não são adequados ao ensino específico da Literatura:

 

Entre nós, o que é geral é o método expositivo, são exposições panorâmicas, em ordem cronológica, o mais dos casos reduzidos a um catálogo de nomes e títulos de obras, acompanhadas às vezes de dados bibliográficos, resumos de enredos ou classificação dos autores por escolas. Não será mal dizer que nada disso é Literatura (Coutinho: 1975, p. 118).

 

            Essa teoria pôde ser observada na realidade do ensino de Literatura das escolas de nível médio e constatada nas respostas dadas pelos alunos ao questionário aplicado. Dentre outras questões, foi perguntado para os alunos qual seria, na opinião deles, o ensino ideal de Literatura. Alguns deles responderam que:

O ideal seria que a professora trabalhasse com mais obras e não só com resumo da escola literária (...) assim o aluno se esforça mais.

            E um outro aluno respondendo à mesma questão, diz que:

            Acho que a Literatura deve ser ensinada não só lendo e passando esquemas no quadro, a forma ideal seria ler, discutir e opinar sobre cada assunto.

            Na opinião de um dos professores entrevistados:

            É  preciso estimular o processo de leitura e da criatividade oferecendo uma formação ampla que possibilite ao aluno  sair da passividade, tornado-o ativo e cooperativo.

            Mas segundo este professor, isso não é responsabilidade apenas das escolas mas também das autoridades educacionais:

Onde estão os burocratas educacionais para desempenhar uma permanente campanha incentivadora da leitura?

            Nesse sentido, problematizar o objeto e os métodos do ensino da Literatura, deveria levar a problematizar o seu ensino não só no plano do conteúdo mas, também, a questão do ensino enquanto processo pois, não basta que se fale em reforma, que se questione o ensino de Português, é preciso urgentemente abandonar as velhas rotinas e lançar mão de novas atividades capazes de suscitar nos alunos um atrativo para a leitura de forma menos opressora e imposta. De acordo com o pensamento de Renato Cordeiro Gomes:

 

Não se deve superestimar a abordagem através dos estilos de época, que se transformou em camisa de forças para se enquadrarem autores e obras. Talvez se esteja caindo num novo erro. Com os estilos de época se está construindo uma “gramática” normativa da literatura para substituir a gramática normativa da língua no ensino de Português e Literatura (Gomes: 1976, p. 141).

 

            Dessa forma, verificou-se que o ensino tradicional de literatura vigente é feito com ênfase no comentário das características de cada “escola” literária de um lado, e, do outro, consiste em estabelecer panoramas históricos, desenrolando a exposição em ordem cronológica. Em vez de exame direto das obras no próprio texto, fazendo um paralelo com textos da atualidade, que leve o aluno a questionar e interagir com os dois contextos. Daí advem também a importância da contextualização histórica. Segundo Dantas (1982), é desaconselhável a maneira simplista e nada criativa de ficar a cata de um texto e ou autor que seja realista, romântico, barroco, etc., pois:

 

Há o poeta romântico do século XIX, o romântico Vinícius de Morais, o compositor romântico das serestas e serenatas. Há romântico Chico Buarque de “Carolina” e o realista Chico Buarque de “Construção”. Há Camões realista de “Os Lusíadas” e o romântico de “Alma Minha Gentil” (Dantas: 1982, p. 65).

 

            Outro problema observado, é que o ensino da Literatura é resolutamente idealista, fragmentado pelas instituições, e só visa aos grandes autores, como domínios fechados cuja estética é estudada em si mesmos. Durante as sondagens nas escolas, observou-se a evidência de um bloqueio nos adolescentes que não gostam do que lêem na escola  porque as leituras recomendadas não despertam seus interesses ou simplesmente por que são obrigatórias.

            Assim sendo, o professor que quer aproximar a Literatura de seus alunos passa também a desconfiar da didática, tentando inventar um modo novo de se trabalhar com os textos literários na sala de aula. Na opinião de Renato Cordeiro Gomes, a leitura dos chamados “clássicos” deve ser efetivada quando a maturação do aluno for maior e seu senso  crítico mais aguçado. Segundo ele, não seria recomendável fazer alunos lerem textos de Guimarães  Rosa, por exemplo, se ainda não são capazes de ler um artigo simples de jornal (Cf. p. 141).

Na fala de um dos alunos entrevistados:

Não gosto de ler livros grandes, sem sentido que eu não entendo nada. Nunca li um livro todo.

E outro:

Prefiro uma coisa menor, que chame a atenção, como jornais ou sobre a vida das pessoas famosas.

Podemos perceber nas respostas dos alunos que eles gostam e se interessam por leitura de assuntos conhecidos. Isso significa que não gostam de obras literárias - que poderiam contribuir para a leitura geral – simplesmente porque não vêem sentido nelas. Para Maria da Glória Bordini (Centro de Pesquisas Literárias – PUC), seria válido relacionar textos literário com leitura de textos musicais e da atualidade. Segundo ela, ao contrário do que se pensa, a música aliada a um constante exercício da crítica literária possibilita uma visão menos dependente das tradições culturais  e o texto informativo não afasta o aluno do texto literário, pelo contrário, amplia o leque de opções, produzindo um efeito de leitura mais profundo na literatura (Cf. p. 26-27).

É possível fazer um estudo comparativo dos personagens das grandes obras literárias com os personagens das novelas televisivas. Podemos citar como exemplo, a personagem da obra “Lucíola”, de José de Alencar, e a personagem Capitu da novela “Laços de família” ou Selminha de “Porto dos Milagres”. A prostituição é um tema bastante explorado por Jorge Amado. A sátira gregoriana também pode ser trabalhada fazendo-se um paralelo com as charges publicadas pelos jornais e revistas da atualidade, entre outros.

            Na opinião de Dantas, o texto literário deve ser trabalhado de forma mais livre possível:

 

Para análise não significam um roteiro, uma ordem (...) deve-se buscar uma análise mais globalizante possível: centrando-se na criatividade do processo, atentando-se a vários aspectos importantes de outras ciências e compreender a obra como um fenômeno histórico, portanto não se ignorando suas implicações com o contexto sociocultural. Do mesmo modo deve-se olhar a obra no conjunto de toda obra do autor focalizando em seu contexto literário (...) fugindo ao isolado (...) observando-se um conjunto cada vez maior: a época, outras épocas, o país, o continente, a própria literatura universal, etc. (Dantas: 1982, p. 142).

 

            Embora o supracitado transpire uma certa ingenuidade em relação ao que se observa na realidade de algumas escolas e oposto ao conteúdo encontrado na maioria dos livros didáticos,  Dantas cita a História como instrumento de poder, que nos permite então dizer que é mais válido e fecundo estudar Literatura relacionada à História, que poderia despertar a consciência crítica no aluno - além de contribuir e orientar na leitura das obras literárias - do que  relacionada à Língua Portuguesa. Ou seja, estudar Literatura é estudar, entre outras coisas, História.

            Leite (1983), também deixa transparecer certa ligação entre literatura e história, como podemos observar na citação que se segue:

 

A obra é também memória e reconstituição de um tempo, de uma época, da Historia. E nós, leitores, para realmente ler, temos de assumir a nossa condição de co-autores da obra lida, de intérpretes e de fazedores de História (Leite: 1983, p. 109).

 

            Partindo dessa premissa, julga-se necessário desenvolver, no mundo jovem, um gênero de vida em que o livro esteja sempre presente e, sobretudo, que seja apreciado. Daí a necessidade  de também, paralelamente aos parâmetros curriculares, questionar os métodos no ensino da Literatura.

            Pensar novas formas de interação entre as pessoas envolvidas com a escola, os alunos, os manuais didáticos, o Programa e os problemas como esses aqui mencionados poderia levar a estabelecer novas relações entre teoria e prática, entre professores e alunos, propiciando a ambos a conquista do papel de sujeitos reais das aulas, dos livros e do saber.

 

 

 

 

 

CONCLUSÃO

 

            Este estudo constatou que há na prática atual muitas dificuldades de interpretação da obra literária, provocando a falta de interesse pela leitura de textos clássicos, posto que só gostamos do que conhecemos. Este estudo propõe estratégias que possam ajudar a solucionar o problema. Essas propostas enfatizam a relação do leitor com o texto literário e sua realidade. Buscando-se um intercâmbio interdisciplinar, a partir de textos da atualidade e textos tipicamente literários, que sensibilize os alunos para uma leitura prazerosa, contribuindo assim para formação do leitor de modo geral.

Os burocratas educacionais deveriam se empenhar em permanente campanha incentivadora  da leitura, já que esta, além de revelar novas perspectivas culturais, é indicada contra o arrefecimento dos neurônios, que para se manterem ativos precisam  ser exercitados constantemente. Com isso, aquele que lê muito corre, segundo os cientistas, menor risco de contrair doenças do tipo Alzheimer, ao contrário daquele que não exercita o cérebro.

            Este é mais um dentre vários outros argumentos para as instituições educacionais levarem a sério o incentivo a questão da Literatura, já que o hábito de ler obras literárias é escasso, enquanto deveria ser o ponto de partida para formação do leitor de modo geral e da leitura prazerosa.

 

 

 

 

 

BIBLIOGRAFIA

 

BORDINI, Maria da Glória. Guia de leituras para alunos de 1º e 2º graus. Centro de Pesquisas  Literárias. Porto Alegre: PUCRS/Cortez, 1989.

 

COELHO, Nelly Novais. O ensino da Literatura. 4 ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1975

 

COUTINHO, Afrânio. O ensino da literatura. Rio de Janeiro: Departamento de Imprensa Nacional, 1975.

 

DANTAS, José  Maria de Souza. Didática da literatura. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1982.

 

GOMES, Renato Cordeiro. A literatura no ensino de 1º e 2º graus. In: Cadernos da PUC/RJ. Série Letras e Artes: Rio de Janeiro, 1976.

 

LEITE, Lígia Chiappini M. Invasão da catedral: literatura e ensino em debate. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1983.

 

LOCKS, Maria de Lurdes R., OLIVEIRA, Delma Ferraz de, OLIVEIRA, Sidneya Gaspar (Org.). Desmistficando a redação. Pró-Reitoria de Ensino de Graduação-PREG, Comissão Permanente do Vestibular-COPERVE. Florianópolis-SC: Gráfica Editora Pallotti, 1997.